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Economia e Emprego

FGTS financiou mais de R$ 106 bilhões no Minha Casa Minha Vida

Habitação

Montante viabilizou a construção de 1.501.375 moradias em todo o Brasil desde o início do programa habitacional
por Portal Brasil publicado: 05/01/2015 14h17 última modificação: 05/01/2015 14h17

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foi responsável por financiamentos de mais de R$ 106 bilhões para o Minha Casa Minha Vida desde 2009. 

Esse montante viabilizou a construção de 1.501.375 unidades em todo o Brasil desde o início do programa habitacional.

Até o fim de novembro de 2014, os subsídios chegaram a R$ 28,2 bilhões, segundo o Conselho Curador do FGTS. 

De acordo com o Ministério das Cidades, o programa fecha o ano de 2014 com 3 milhões e 700 mil unidades contratadas e mais de 1 milhão e 800 mil entregues em todas as regiões do país.

Para o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, os descontos beneficiam a parcela da população que mais precisa de moradia subsidiada.

"Setenta por cento das famílias contempladas com o Minha Casa Minha Vida têm renda de até R$ 700. Isto significa dizer que a sociedade brasileira e o governo federal estabeleceram essa diretriz que beneficia aqueles que realmente estavam excluídos", avalia Occhi.

O FGTS subsidia financiamentos para aquisição de imóveis desde 1998. Além disso, o Fundo atua em todas as três faixas do Minha Casa Minha Vida, que atendem às famílias com renda mensal entre R$ 1.600 e R$ 5 mil.

Pelas regras do programa, quanto menor a renda, maior o subsídio. O Fundo participa com 82,5% e o governo federal com 17,5% do valor total nas operações subsidiadas. Até hoje, o montante subsidiado pelo Fundo já alcançou R$ 42,9 bilhões, sendo R$ 28,2 bilhões somente no Minha Casa Minha Vida.

Investimentos em outras áreas de infraestrutura

Em 2015, o saldo de financiamentos da Caixa Econômica Federal para projetos de infraestrutura é de aproximadamente R$ 60 bilhões. Esse montante representa 9% da carteira total do Banco. 

Entre janeiro e setembro do ano passado, o volume de novas concessões somou R$ 21 bilhões. Confirmada a previsão de empréstimos de R$ 15 bilhões no último trimestre de 2014, a expansão de crédito chegará a 21% em relação aos R$ 29,7 bilhões contratados no ano passado. 

Em relação a projetos de mobilidade e infraestrutura urbana, até setembro de 2014, a Caixa Econômica Federal financiou R$ 9,4 bilhões. Um dos exemplos é a participação da instituição na obra do metrô de Salvador.

O banco entrou com financiamento de R$ 1,3 bilhão, um terço do total que deve ser investido no prazo de 30 anos. O orçamento inclui a compra de novos trens e a construção, operação e manutenção de 19 terminais.

O projeto de 1999 previa que o primeiro trecho entrasse em operação em 2003, o que só ocorreu em junho 2014. E a inauguração de cinco estações e 7,5 quilômetros de trilhos ligando a Lapa, no Centro, ao Retiro, na periferia da capital baiana, só foi possível porque o governo da Bahia assumiu a gestão da obra, que já havia consumido R$ 1 bilhão, em 2013, e criou uma Parceria Público-Privada (PPP) para tocar a concessão. 

No início de dezembro, o metrô superou a marca de 2 milhões de passageiros transportados, mantendo uma média diária de 21 mil usuários, informou a CCR Metrô Bahia, que administra o sistema. 

Segundo o chefe da Casa Civil do Estado da Bahia, Bruno Dauster, as estações de Bom Juá e Pirajá, na linha 1, devem ser entregues até março deste ano – uma extensão de 5,5 quilômetros até Cajazeiras, um dos bairros mais populosos de Salvador, foi aprovada em dezembro e deve receber financiamento de R$ 800 milhões da Caixa. 

A Linha 2, que também começa a ser construída este ano, deve ficar pronta em 2017. As primeiras estações devem entrar em operação em outubro e o seu destino final será o Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães [localizado na vizinha Lauro de Freitas].

Somadas, as duas linhas do metrô de Salvador terão 42 quilômetros – malha equivalente aos sistemas atuais de Brasília e do Rio de Janeiro. “A PPP foi fundamental para destravar a obra. Sem ela e sem financiamento, não teríamos como fazer o metrô em Salvador”, diz Dauster.

Fonte:
Agência Caixa de Notícias 

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