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Economia e Emprego

Inflação medida pelo IPC-S recua na primeira semana de fevereiro, diz FGV

CUSTO DE VIDA

Desaceleração foi puxada pela habitação, que avançou 1,69%, taxa bem abaixo dos 2,01% anteriores. Cinco dos oito grupos pesquisados apresentaram decréscimo
por Portal Brasil publicado: 09/02/2015 16h37 última modificação: 09/02/2015 16h51

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) variou 1,63% na primeira prévia de fevereiro, avanço 0,10 ponto percentual menor que a taxa verificada na última apuração (1,73%).

Os dados, divulgados nesta segunda-feira (9), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV), registram a variação de preços entre 8 de janeiro e 7 de fevereiro, comparada ao período de 8 de dezembro a 7 de janeiro.

A desaceleração foi puxada principalmente pela habitação, que avançou 1,69%, taxa bem menor que a anterior (2,01%) e cinco dos oito grupos pesquisados apresentaram decréscimo.

A tarifa de eletricidade residencial subiu apenas 7,12% em relação aos 9,41% anteriores. Em Alimentação, a taxa passou de 1,64% para 1,44%, com redução no ritmo da inflação das hortaliças e legumes (de 13,32% para 10,36%).

Além do grupo Alimentação, também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Educação, Leitura e Recreação (4,15% para 3,51%); Comunicação (0,52% para 0,43%); e Despesas Diversas (1,96% para 1,92%).

A FGV destaca, dentro destes grupos, o comportamento dos itens cursos formais(9,19% para 7,13%), pacotes de telefonia fixa e internet (1,20% para 0,75%) e cartão de telefone (0,78% para 0,33%), respectivamente.

Em contrapartida apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Transportes (2,39% para 2,82%) e Vestuário (-0,44% para -0,31%). Nestas classes de despesa, os destaques partiram dos itens: gasolina (-0,40% para 0,92%) e roupas (-0,79% para -0,65%), nesta ordem.

O grupo Saúde e Cuidados Pessoais repetiu a taxa de variação registrada na última apuração, 0,30%. As principais influências em sentido ascendente e descendente partiram dos itens: hospitais e laboratórios (2,60% para 3,05%) e protetores para a pele (-1,31% para -1,60%), respectivamente.

Fonte: Portal Brasil com informações da Fundação Getúlio Vargas

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