Economia e Emprego
Inflação medida pelo IPC-S recua na terceira prévia do mês, diz FGV
PREÇOS
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) recuou na terceira prévia do mês, com variação de 1,08%, resultado 0,19 ponto percentual menor do que o da segunda apuração de fevereiro (1,27%). O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira (23), pela Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), e revela que a inflação ficou menor em sete dos oito grupos pesquisados pela entidade.
A queda foi puxada pelo grupo Educação, Leitura e Recreação, que desacelerou de 1,46% para 0,58%. Nesta classe de despesa, vale destacar o comportamento do item cursos formais, cuja taxa passou de 3,93% para 1,81%.
Em habitação, o índice passou de 1,38% para 1,11%, com destaque para a tarifa de eletricidade residencial (de 4,85% para 2,88%).
No grupo alimentação, a inflação atingiu 0,95%, ligeiramente inferior à do levantamento anterior (1,1%). Entre os principais impactos está a redução da taxa de hortaliças e legumes (de 6,93% para 5,09%). Em transportes, o IPC-S teve variação de 2,46%, um pouco abaixo da verificada na segunda prévia do mês (2,56%), sob o efeito da tarifa de ônibus urbano (de 5,90% para 3,55%).
Veja as taxas de decréscimo nos grupos
- Habitação (1,38% para 1,11%);
- Alimentação (1,10% para 0,95%);
- Transportes (2,56% para 2,46%);
- Despesas Diversas (1,58% para 1,43%);
- Comunicação (0,36% para 0,32%); e
- Vestuário (0,00% para -0,02%).
Para cada uma destas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: tarifa de eletricidade residencial (4,85% para 2,88%), hortaliças e legumes (6,93% para 5,09%), tarifa de ônibus urbano(5,90% para 3,55%), cigarros (2,81% para 2,33%), pacotes de telefonia fixa e internet (0,28% para -0,05%) e calçados (0,42% para 0,23%), respectivamente.
No período da pesquisa, apenas o grupo Saúde e Cuidados Pessoais (0,33% para 0,37%) apresentou acréscimo em sua taxa de variação. Nesta classe de despesa, o destaque partiu do item artigos de higiene e cuidado pessoal, cuja taxa passou de -0,87% para -0,67%.
A pesquisa refere-se aos preços coletados entre 23 de janeiro e 22 de fevereiro, comparados aos do período de 23 de dezembro a 22 de janeiro, em sete capitais: Recife, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre.
Fonte: Portal Brasil com informações da Fundação Getúlio Vargas
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