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Economia e Emprego

Dilma afirma que programas na área de construção serão mantidos

Construção civil

Ajustes econômicos têm objetivo de construir novas condições para o crescimento acelerado e sustentável, declara presidenta
por Portal Brasil publicado: 10/03/2015 13h13 última modificação: 31/03/2015 18h13
Roberto Stuckert Filho/PR Presidenta Dilma Rousseff durante visita à 21ª edição do Salão Internacional da Construção

Presidenta Dilma Rousseff durante visita à 21ª edição do Salão Internacional da Construção

A presidenta Dilma Rousseff declarou em São Paulo que os programas no setor de construção, que dão base para o crescimento da economia, tais como o PAC e o Minha Casa Minha Vida, serão mantidos. E afirmou, ainda, que as ações tomadas pelo governo para ajustar as contas públicas e reduzir a inflação têm o propósito de reforçar "os fundamentos econômicos do País e construir novas condições para o crescimento do emprego."

Na manhã desta terça-feira (10), a presidenta participou da abertura da 21ª Edição do Salão Internacional da Construção (Feicon Batimat), no Parque do Anhembi. O Salão Internacional é referência em termos de evento de construção civil na América Latina e o 5º maior do setor no mundo. Em seu discurso, Dilma afirmou que, em breve, será anunciada uma nova etapa do Programa de Investimento em Logística (PIL).

"As obras do PAC já contratadas e em curso vão ser mantidas, vamos anunciar aproximadamente a terceira fase do PAC. vamos abrir também, o mais cedo possível, acreditamos ainda neste mês, uma nova etapa do Programa de Investimento em Logística (PIL) com novas parcerias fazendo concessão de aeroporto, porto, ferrovia e hidrovia e também ampliando a oferta de energia e água."

A presidenta destacou o perfil estratégico da construção civil para o desenvolvimento da economia. O setor responde pela fatia de 8% do PIB nacional. "É importante sinalizar que parte das pessoas que chegaram à classe média tiveram na construção civil uma alavanca, o primeiro degrau."

Segundo a presidenta, nos últimos 12 anos, o emprego formal na indústria saltou de um milhão e 100 mil, em dezembro de 2002, para dois milhões e 780 mil, em dezembro de 2014.

A expansão da oferta de crédito foi o outro item lembrado: o volume de crédito imobiliário no Brasil cresceu de 1,5% do PIB, em 2003, para 9,7% do PIB no final de 2014.

"Não ignoro a desaceleração do setor e da economia vivenciada no momento atual. Eu  tenho trabalhado de forma sistemática para superar, ainda este ano, essa desaceleração. E devemos ter presente que o setor alcançou um patamar superior nos últimos anos e hoje ele é parte estratégica de qualquer estrategia de desenvolvimento do Brasil."

Macroeconomia

Dilma declarou que a economia nacional passa por uma fase conjuntural e destacou os sólidos fundamentos do País: "Nossa relação dívida/PIB é baixa, o País levou 44 milhões de pessoas a classe media, tirou 36 milhões da pobreza e temos um elevado volume de reservas internacionais"

"Temos todas as condições de passar a uma nova etapa. Nós vamos fazer todo o esforço ao nosso alcance até o final deste ano para que os sinais de recuperação comecem a aparecer.”

Minha Casa Minha Vida

Segundo dados do Ministério das Cidades, os investimentos concluídos no âmbito do Minha Casa Minha Vida (MCMV) – R$ 137 bilhões até julho de 2014 – geraram, diretamente, um total de 1,2 milhão de novos postos de trabalho, uma média de 244 mil por ano.

A cada R$ 1 milhão investido nas habitações do programa habitacional, foram abertos, em média, 20 postos de trabalho na economia como um todo.

Os recursos investidos pelo MCMV geraram R$ 17,8 bilhões em tributos arrecadados diretamente da construção e outros R$ 15,7 bilhões da produção das demais atividades econômicas. Estima-se que retornaram aos cofres públicos, na forma de tributos, 49% do total dos subsídios desembolsados no programa.

Fonte:
Portal Brasil, com informações do Blog do Planalto e Portal do Planalto

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