Economia e Emprego
“Eu deixei de ser um funcionário sozinho para virar uma empresa”
Microempreendedor Individual
Depois de concluir o curso de comunicação social, Leonardo de Almeida Muniz, 27 anos, decidiu colocar em prática o sonho de ser dono do próprio negócio. “Comecei como Microempreendedor Individual (MEI), só no meu nome”, recorda. A empresa de Leonardo hoje organiza festas, viagens e eventos: todos voltados para o rentável público universitário. “Estamos tentanto ingressar no mercado de formaturas”, adiantou, com exclusividade, ao Portal Brasil.
Leonardo reconhceu que o programa do governo federal estimulou o afã de tornar-se empresário. “O MEI, como eu fiquei por dois anos, apresentava vantagens”, disse. “Ele me permitiu entrar para a regularidade”, completou.
A empresa cresceu e, com ela, a receita. De acordo com Leonardo, a renda dele aumentou 100%. “Temos hoje cerca de 20 funcionários envolvidos no negócio e os eventos produzidos chegam a 7 mil pessoas”, orgulha-se. “Se você tiver uma boa ideia ou for bom em algo, você pode ganhar muito dinheiro”, conclui.
Para o empresário, a adesão ao programa o ajudou a superar as dificuldades de um novo negócio e a cooptar sócios. “Há clientes que só trabalham com empresas que tenham CNPJ e que forneçam nota fiscal”, afirmou. “O MEI foi fator fundamental nesse sentido: eu deixei de ser um funcionário sozinho para virar uma empresa”, acrescentou.
Espírito empreendedor
Em depoimento ao Portal Brasil, o empresário falou sobre os desafios de se montar o próprio negócio e deixou um recado aos milhões de microempreendedores individuais de todo o País. “A gente, que é empresário, sabe o quanto é difícil sem incentivo”, afirmou, em sinal de reconhecimento ao auxílio representado pelo programa do governo federal em sua empreitada.
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