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Economia e Emprego

Fundo de Financiamento do Centro-Oeste contratou R$ 1,4 bilhões até abril

Linhas de financiamento

Goiás foi o estado com mais contratações: R$ 434,1 milhões (30,6%). Em segundo ficou o Mato Grosso, com R$ 408,8 milhões (28,9%)
por Portal Brasil publicado: 24/06/2015 19h06 última modificação: 24/06/2015 19h06

O volume de contratações do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) alcançou, de janeiro a abril deste ano, R$ 1,4 bilhão. O valor é 2,6% maior que o aplicado no mesmo período de 2014, que foi de R$ 1,37 bilhão. Desse total, 97,4% beneficiaram mini, micro, pequenos e pequeno-médios tomadores.

Goiás foi o estado com mais contratações: R$ 434,1 milhões (30,6%). Em segundo ficou o Mato Grosso, com R$ 408,8 milhões (28,9%). Na terceira posição, o Mato Grosso do Sul, com R$ 353,5 milhões (25,0%). Já o Distrito Federal contratou R$ 220,1 milhões (15,5%).

Em toda a região Centro-Oeste, as operações voltadas para o setor rural somaram R$ 894,9 milhões (63,2%) e as dirigidas ao setor empresarial atingiram R$ 521,7 milhões (36,8%).

Fundo

As principais fontes arrecadação do FCO são o Tesouro Nacional e os pagamentos de financiamentos anteriores. Neste ano, a previsão de movimentação do Fundo é de R$ 6 bilhões.

O FCO integra o conjunto de instrumentos de ação da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), autarquia vinculada ao Ministério da Integração Nacional, juntamente com o Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO), o Plano Regional de Desenvolvimento do Centro-Oeste (PRDCO) e os programas de incentivos e benefícios fiscais e financeiros.

O FCO executa programas de financiamento aos setores produtivos rural, industrial, agroindustrial, mineral, de infraestrutura econômica, turístico, comercial e de serviços, cultural e de ciência, tecnologia e inovação especialmente junto aos tomadores de menor porte (mini, micro, pequenos, pequeno-médios tomadores).

O Fundo se diferencia das demais linhas de financiamento do mercado por oferecer limites financiáveis de até 100% do valor do investimento; prazos de amortização que podem chegar a 20 anos, e taxas de juros, que variam de 4,71 a 12,94% a.a., conforme o setor da economia, a finalidade do crédito e o porte do tomador.

Fonte:

Ministério do Trabalho e Emprego

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