Cidadania e Justiça
Agricultura busca mercados externos
Balanço
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, embarca para a Arábia Saudita e Índia, no próximo mês, para articular acordos que possam permitir a ampliação de exportações de produtos do agronegócio brasileiro. Também em agosto, uma missão dos Estados Unidos desembarca no País para estudar a viabilidade de exportação de carne bovina. Já no mês de setembro, a ministra viaja para a Ásia em busca de expandir os negócios do Brasil naquele continente. Ela ainda destacou ter perspectivas positivas em relação ao mercado de países da União Europeia e a China.
"Uma possibilidade que a OMC (Organização Mundial do Comércio) permite é acordos de países em desenvolvimento com países em desenvolvimento, como Brasil e China, por exemplo. A posição do Brasil neste mercado depende do ministério de agilizar autorização das empresas exportadoras, fazer todo o possível para que o empresário tenha facilidade para chegar com seu produto lá fora. Estamos fazendo nossa parte", disse a ministra.
As perspectivas de crescimento de acordos do Brasil com mercados externos foram informadas pela ministra durante balanço de seis meses de sua gestão, em coletiva para jornalistas no Ministério da Agricultura, nesta segunda (27). Entre os dados, destaque para economia de recursos.
Com cortes de alguns contratos de terceirização no ministério, economia de luz e compras, a pasta comandada por Kátia Abreu reduziu gastos de aproximadamente R$ 70 milhões, em seis meses, considerando os gastos de 2014 e de 2015.
"Tínhamos um acúmulo de contratação de secretárias executivas terceirizadas e nós priorizamos serviços gerais e administrativos, que têm menor salário e maior número de pessoas. E contratos de serviços do dia a dia. Queremos que procedimentos e atuação sejam parecidos com iniciativa privada, com relação a metas e economia. O que incomoda as pessoas é a morosidade do serviço público. Não estamos inventando a roda. Estamos querendo atualizar nosso ministério", explicou.
Foco
Kátia Abreu destacou os cinco principais pontos do trabalho desenvolvido no Mapa: modernização de processos, fortalecimento da defesa agropecuária, implantação de uma lei plurianual agrícola, criação de uma aliança nacional para inovação e pesquisa e ampliação da classe média rural.
A ministra disse que a pasta deve ser independente, com processos automáticos, independentemente do titular. “Queremos reconhecimento de uma instituição forte e capaz de atender a um dos principais negócios do Brasil, que é a agropecuária.”

Fonte:
Portal Brasil, com informações do Ministério da Agricultura
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