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Inflação recua em agosto para famílias mais pobres, diz FGV

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Alimentos e a conta de luz ficaram mais baratas para quem ganha até R$ 1,9 mil; vilã dos preços no começo do ano, cebola teve queda expressiva de valor
por Portal Brasil publicado: 03/09/2015 15h07 última modificação: 03/09/2015 15h49
Reprodução O Índice de Preços ao Consumidor apontou que os preços dos alimentos e da energia elétrica ficaram mais baratos para as família que ganham até R$ 1.970,00

O Índice de Preços ao Consumidor apontou que os preços dos alimentos e da energia elétrica ficaram mais baratos para as família que ganham até R$ 1.970,00

O indicador do mês de agosto da Fundação Getúlio Vargas (FGV) que mede a inflação para famílias com menos renda mostrou uma redução na escalada de preços. O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) apontou que os preços dos alimentos e da energia elétrica ficaram mais baratos para as família que ganham até R$ 1.970,00, o equivalente a 2,5 salários mínimos por mês.

O indicar geral para o mês saiu de 0,68% em julho para 0,02%, em agosto. A diferença de 0,62 pontos percentuais foi estimulada pela queda de pelos nos itens que compõem o IPC- C1, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da FGV.

Foi o caso do componente que mede preços de alimentos, que caiu de 0,94% para -0,36% entre julho e agosto. O destaque foi queda no valor de hortaliças e legumes (1,84% para -10,76%), especialmente o preço da batata (-19,07%), do tomate (-15,54%) e da cebola (-10,34%), vilã da escalada de preços no início deste ano.

Houve também recuo nos indicadores sobre preços da habitação (1,18% para 0,18%), vestuário (-0,21% para -0,26%) e despesas diversas (0,16% para 0,12%). Segundo a FGV, os destaques dentro desses componentes foram: a tarifa da conta de luz, que caiu de 3,80% para -0,83%; roupas masculinas (0,80% para -0,53%); e alimentos para animais domésticos (0,56% para -0,05%).

Na contramão desse movimento ocorreu aumento nos componentes transportes (0,13% para 0,42%), saúde e cuidados pessoais (0,42% para 0,59%), educação, leitura e recreação (0,03% para 0,34%) e comunicação (0,08% para 0,10%). Os responsáveis pelos aumentos de preços nesses segmentos foram a tarifa de ônibus urbano (0,05% para 0,55%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,55% para 1,22%), passagem aérea (-15,92% para 9,55%) e mensalidade para tv por assinatura (0,79% para 1,75%)

Fonte:

Portal Brasil, com informações do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE-FGV)

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