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Economia e Emprego

Brasil volta a crescer depois de 15 meses no negativo

Retomada

Dados do Banco Central mostram que o País avançou 0,03% na comparação entre março e abril. Crescimento ainda é inicial, mas sugere recuperação da economia brasileira
por Portal Brasil publicado: 16/06/2016 15h08 última modificação: 17/06/2016 11h57

Depois de 15 meses seguidos de queda, o Brasil voltou a crescer em abril. Os dados, segundo um levantamento do Banco Central conhecido popularmente como a “prévia do PIB”, sugerem que, apesar de ser um avanço ainda pequeno, esse pode ser o começo de uma retomada.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado nesta quinta-feira (16), mostra que, na comparação com março, o Brasil cresceu 0,03%. O último dado positivo nessa base de comparação havia sido registrado em dezembro de 2014, uma alta de 0,54%.

Essa pesquisa do BC tenta antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) para que a diretoria da instituição possa tomar decisões e definir suas estratégias de combate à alta dos preços.

O resultado também quebra uma sequência de meses de abril no negativo. A última vez que o País havia registrado um resultado positivo no mês havia sido em 2013, quando houve crescimento de 0,77%. 

Prévia do PIB mostra quebra de resultados negativos em abril

Para entender

O IBC-Br foi criado como uma espécie de indicador antecedente do PIB que ajuda o Banco Central a tomar decisões. Se o Brasil cresce menos, teoricamente há também menos inflação e se abre espaço para não subir tanto os juros.

Se o País cresce muito, dependendo das condições econômicas, pode haver pressão sobre o custo de vida e, nesse caso, o BC pode ver a necessidade de aumentar a taxa básica (Selic).

As decisões da instituição, no entanto, levam em conta um grande volume de informações, não apenas o IBC-Br.

Esse indicador é calculado com base na evolução da riqueza gerada pela agricultura, indústria e serviços. Mas para se chegar ao número final, o BC leva em conta pelo menos 16 pesquisas, tanto do IBGE quanto de outras instituições. 

Fonte: Portal Brasil, com informações do Banco Central

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