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Economia e Emprego

Gasto com jogadores estrangeiros cresce 77,8% em 2016

Futebol e economia

Dados do Banco Central mostram que apesar da alta do dólar, valores envolvidos nas negociações avançaram no 1º quadrimestre do ano
por Portal Brasil publicado: 04/06/2016 11h43 última modificação: 04/06/2016 11h43
Rafael Ribeiro/ CBF Brasil mantém característica de exportador de atletas, mas aumentou o número de negociações com estrangeiros

Brasil mantém característica de exportador de atletas, mas aumentou o número de negociações com estrangeiros

Mesmo com a alta do dólar frente o real, os clubes de futebol ampliaram a compra de passes de jogadores estrangeiros. No primeiro quadrimestre do ano, segundo dados do Banco Central, US$ 27 milhões ingressaram no País em decorrência dessas negociações, cifra 77,8% maior que o registrado em igual período do ano passado.

O dólar mais alto, que poderia ser uma barreira para os clubes, parece não ter pesado na estratégia desses times para a temporada 2016. O valor gasto com estrangeiros nos quatro primeiros meses é o maior desde 2013, quando foi desembolsado US$ 34,2 milhões.

Apesar desse avanço expressivo na compra de passes de atletas de fora do País, o Brasil ainda mantém a tradição de revelar e exportar jogadores de futebol. De janeiro a abril de 2016, US$ 90 milhões ingressaram no País em decorrência da venda de direitos , 5% mais que o registrado em igual período do ano passado.

Dados da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) mostram esse caráter exportador do Brasil. No ano passado, 1.215 jogadores deixaram o País, sendo que apenas 99 dessas transferências envolviam valores. O ingresso de atletas, em contraponto, foi bem menor, 653 no período, com 15 transações envolvendo dinheiro.

Compra e venda

O Banco Central registra as transações de compra e venda de passes de atletas profissionais realizadas entre residentes e não-residentes. O acompanhamento dessas operações entra no balanço de pagamento do País, que mede todas as relações de troca do Brasil com o restante do mundo.

Para que o País não corra risco de enfrentar uma crise externa, o ideal é que o volume de dólares que ingressa no Brasil seja maior do que o montante de saída.

Neste ano, até abril, há um déficit de US$ 7,1 bilhões, valor que tem sido coberto com folga pela entrada de US$ 27,3 bilhões em investimentos voltados para o setor produtivo – valor quase quatro vezes maior que o buraco que deve ser coberto.

Fonte: Portal Brasil

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