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Economia e Emprego

Indicado ao BC não é mais acionista de banco privado

Nomeação

Ilan Goldfajn, aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado para a presidência da instituição, desfez-se de suas ações
por Portal Brasil publicado: 07/06/2016 17h37 última modificação: 08/06/2016 07h55
Marcelo Camargo/Agência Brasil Para evitar possíveis conflitos de interesse, o indicado se desfez das participações que tinha em instituição para a qual trabalhava

Para evitar possíveis conflitos de interesse, o indicado se desfez das participações que tinha em instituição para a qual trabalhava

Ilan Goldfajn, aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado por 19 votos a 8, afirmou, nesta terça-feira (7), que não é mais sócio do Itaú Unibanco, onde ocupava o cargo de economista-chefe.

Durante sabatina, ele foi questionado sobre a sua participação na instituição financeira e explicou que recebia ações como parte da sua remuneração. Para evitar conflitos de interesse, ele se desfez da sua participação.

Para o economista, faz sentido uma quarentena quando um executivo deixa o setor público para trabalhar no privado. Ele precisa ficar fora por um período para que as informações que ele possuí não possa ser usadas de forma privilegiada.

Setor público

O oposto, no entanto, segundo Goldfajn, não tem problema. Pelo contrário, as experiências e conhecimentos gerados no setor público podem colaborar para o setor privado. No caso da diretoria do BC, ele considerou como ideal uma composição com executivos pertencentes aos dois mundos.

Ele ainda afirmou que trabalhará como fez em todos os lugares por onde passou, de maneira isenta, apartidária, ética e honrada, sem qualquer conflito de interesse. Goldfajn já ocupou uma cadeira no BC entre 2000 e 2003, quando foi diretor de Política Econômica.

Fonte: Portal Brasil

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