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Educação

Especialista da UNESCO fala sobre os desafios da Educação de Jovens e Adultos (EJA) no Brasil

publicado: 29/01/2010 16h29 última modificação: 28/07/2014 09h31

As dificuldades para atrair e manter jovens e adultos nas escolas foi um dos temas que conduziram as discussões sobre a EJA no Brasil, durante debate promovido nesta quarta-feira, 27/01, pelo jornal Correio Braziliense, em Brasília.

Fizeram parte da mesa, o diretor de Políticas de Educação de Jovens e Adultos do Ministério da Educação (MEC), Jorge Teles; o especialista em educação da UNESCO no Brasil, Timothy Ireland; o gerente de EJA do Distrito Federal, Edilson Rodrigues, além de professores e alunos.

De acordo com dados de 2007 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 11 milhões de brasileiros frequentam essa modalidade de ensino. Desse total, estima-se que 42,7% desistem de concluir o curso. “Os alunos se dividem entre o trabalho e o estudo. No entanto, quando há dificuldade de conciliar as duas áreas, infelizmente, eles optam pela primeira opção”, explicou Jorge Teles.

Para o especialista da UNESCO Timothy Ireland, ao contrário do que acontece em países mais desenvolvidos, que pensam em políticas de EJA que agreguem habilidades para a vida, no Brasil as ações para esse segmento são quase que exclusivamente focadas na alfabetização e escolarização. “A educação pode acontecer em qualquer momento da vida, seja na igreja, sindicato ou família”, sugere. 

 

 

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