Educação
Mais 69 cursos superiores são abertos em instituições privadas do País
Entre os cursos disponíveis estão: arquitetura e urbanismo, engenharias civil e mecânica, logística, química, ciências contábeis. No geral, cada curso tem entre 50 e 240 vagas
Estão autorizados 69 cursos superiores em instituições privadas. O Ministério da Educação publicou no Diário Oficial da União desta quinta-feira (24) a autorização para o funcionamento dos cursos, que serão distribuídos em instituições de 17 estados brasileiros.
As novas vagas se destinam a cursos como arquitetura e urbanismo, engenharias civil e mecânica, logística, química, ciências contábeis, agronegócio, gestão ambiental, odontologia, logística e gestão de
recursos humanos, entre outros. No geral, cada curso tem entre 50 e 240 vagas disponíveis.
A lista com os cursos, número de vagas, instituições e endereços dos campus onde os cursos serão ministrados estão nas portarias 16, 17 e 18, de 23 de janeiro de 2013.
Atualmente, são 59 universidades federais. A previsão do governo federal é que até 2014 o Brasil tenha 63 universidades federais, com 321 campus distribuídos em 272 municípios.
Mais vagas
Durante o 14º Conselho Nacional de Entidades de Base (Coneb), que terminou no início desta semana, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, destacou que o País necessita de mais vagas nas universidades e citou programas que estimulam o acesso.
O primeiro processo seletivo de 2013 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) teve 1.949.958 de inscritos para 129.319 vagas em 3.752 cursos. No ano passado, 4,2 milhões de estudantes prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), pré-requisito para disputar uma vaga em instituição pública de ensino superior pelo Sisu.
O objetivo do governo é dobrar o número de vagas disponíveis e, para isso, Mercadante voltou a destacar a importância da aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), que aguarda parecer no Senado Federal. O governo defende que 10% do Produto Interno Bruto (PIB) seja destinado à educação. No entanto, o ministro apresentou aos parlamentares, em novembro do ano passado, dados demonstrando que para esse investimento previsto no PNE deveria haver um acréscimo de R$ 200 bilhões.
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