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Educação

Escolas públicas podem aderir ao plano de ensino integral até 31 de maio

por Portal Brasil publicado: 26/04/2013 11h16 última modificação: 30/07/2014 00h18
Divulgação / Min Educação Atividades de esporte e lazer estão entre os macrocampos previstos no programa Mais Educação

Atividades de esporte e lazer estão entre os macrocampos previstos no programa Mais Educação

Ensino integral já está presente em 32 mil escolas públicas de todo o País. Este ano, 15 mil escolas foram selecionadas para participar. A adesão é pela internet

 

O prazo para escolas públicas aderirem ao Programa Mais Educação foi prorrogado até 31 de maio. O Programa, também conhecido como “escola de tempo integral”, promove a oferta educativa por meio de atividades optativas. O processo de adesão é feito pela internet. As 32 mil escolas já participantes do Mais Educação também devem se recadastrar até 31 de maio.

Estima-se que, das 13 mil novas instituições de ensino que vão aderir este ano, cinco mil estejam em áreas rurais. No ano passado, das 32 mil escolas cadastradas, 9 mil eram do campo. A meta do governo federal é chegar a 45 mil escolas até o final do ano e a 60 mil em 2014.

As escolas das redes públicas estaduais, municipais e do Distrito Federal que participam do Mais Educação recebem mais recursos para oferecer atividades em tempo integral. A adesão implica a escolha de até cinco atividades existentes em dez macrocampos do programa

Entre as alternativas de atividades complementares estão ações ligadas ao acompanhamento pedagógico, educação ambiental , esporte e lazer, direitos humanos em educação, cultura e artes, cultura digital, comunicação e uso de mídias, prevenção e promoção da saúde, educação científica e educação econômica e investigação no campo das ciências da natureza.

O programa Mais Educação foi instituído pela Portaria Interministerial nº 17, de 24 de abril de 2007, e regulamentado pelo Decreto nº 7.083, de 27 de janeiro de 2010.

 

Mais Educação

Criado em 2008, o Mais Educação tem como objetivo aumentar a oferta educativa nas escolas públicas por meio de atividades optativas. A área de atuação do programa foi demarcada inicialmente para atender, em caráter prioritário, as escolas que apresentam baixo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), situadas em capitais e regiões metropolitanas.

O programa tem como base estudos desenvolvidos pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e utiliza os resultados da Prova Brasil. Nesses estudos, destacou-se o uso do Índice de Efeito Escola (IEE), indicador do impacto que a escola pode ter na vida e no aprendizado do estudante, cruzando informações socioeconômicas da cidade onde a escola está localizada.

Para o desenvolvimento de cada atividade, o governo federal repassa recursos para ressarcimento de monitores, materiais de consumo e de apoio segundo as atividades. As escolas beneficiárias também recebem conjuntos de instrumentos musicais e rádio escolar, dentre outros; e referência de valores para equipamentos e materiais que podem ser adquiridos pela própria escola com os recursos repassados.

 

 

 

Fonte:
Ministério da Educação

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