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Ciência e Tecnologia

Brasil quer aumentar número de estudantes brasileiros no Japão

Ciência sem Fronteiras

Expectativa é ampliar parcerias na área de Ciência e Tecnologia com o país asiático
por Portal Brasil publicado: 02/10/2013 15h43 última modificação: 30/07/2014 00h21

Aumentar o número de estudantes brasileiros no Japão por meio do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) foi um dos temas discutidos, nessa terça-feira (1º), durante a visita do embaixador do Brasil no Japão, André Aranha, ao ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp.

Durante a conversa, o embaixador destacou o significado de brasileiros estudarem nas universidades japonesas e estagiar nas empresas daquele país. Segundo ele, quando o estudante voltar para o Brasil ele vai estar plenamente equipado, inclusive para trabalhar em projetos conjuntos entre os dois países, e destacou: “Apesar de um primeiro obstáculo, que muitas pessoas veem que é a questão do idioma, estudar nas mais diferentes universidades do Japão é uma oportunidade única”.

Para Raupp, o Brasil só tem a ganhar com a parceria e a possibilidade de estudo e trabalho no por meio do CsF tem de ser explorada. “O Japão tem muito a nos oferecer, principalmente nas áreas de mar, desastres naturais e mudanças climáticas. Eles são os melhores do mundo”, ressaltou.

Durante o encontro, André Aranha também citou a parceria entre os dois países na área da Ciência, Tecnologia e Inovação e propôs reforçá-la. “Nossa relação com o Japão é muito tradicional e muito grande nessa área. Mas, na medida em que o Brasil foi se desenvolvendo e novas áreas surgiram, é que nos demos conta que podemos ampliar essa cooperação”.

Segundo o ministro, “no Brasil tem muitos descendentes de japoneses que provavelmente têm interesse em estudar lá. A gente tem que estimular, porque esse é mais um instrumento pra fazer cooperação”, finalizou.

O embaixador André Aranha foi aprovado pelo Senado Federal para ocupar o cargo no Japão em agosto de 2013 e permanecerá na função por quatro anos.

Em todo o mundo

Recentemente, um aluno de Biomedicina da cidade de Araras, São Paulo, e bolsista do Programa Ciências sem Fronteiras, mostrou grande destaque junto ao Instituto de Bioengenharia e Nanotecnologia Australiano. Ele frequenta as aulas na Universidade de Tecnologia de Queensland, na Austrália, desde julho de 2012 e desenvolve projeto na área de nanotecnologia aplicada à terapia gênica no Laboratório de Engenharia de Tecidos do Instituto.

Ainda em setembro, a empresa Sul Coreana Korean International Trade Association (KITA), responsável pelo desenvolvimento do ambiente de comércio exterior e aperfeiçoamento de atividades econômicas em diversos continentes, recebeu bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras para estagiar. Os bolsistas trabalham em dois departamentos, relacionando os setores de comércio e indústria entre a Coreia do Sul e o Brasil.

Outros 32 alunos do CsF integrantes do Programa de Verão 2013 da Boeing participaram da cerimônia de graduação que aconteceu em Washington DC, Estados Unidos.

No dia 8 de agosto, foi assinado um acordo que concede bolsas de pós-graduação entre a empresa norueguesa Statoil e o CsF. Serão financiadas até 62 bolsas em Doutorado Pleno no Exterior (GDE), Doutorado Sanduíche no Exterior (SWE), Pós-doutorado no Exterior (PDE) e Desenvolvimento Tecnológico no Exterior (DTE) nas áreas de petróleo e gás.

Fonte:
Ciência sem Fronteiras/ Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação 

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