Você está aqui: Página Inicial > Esporte > 2013 > 04 > Moradores das cidades-sede da Copa terão reforço na vacinação contra Sarampo e Rubéola

Esporte

Moradores das cidades-sede da Copa terão reforço na vacinação contra Sarampo e Rubéola

por Portal Brasil publicado: 02/04/2013 15h54 última modificação: 30/07/2014 00h09
Divulgação/Blog da Saúde Campanha quer intensificar vacinação contra sarampo e rubéola nas cidades-sede da Copa do Mundo de 2014

Campanha quer intensificar vacinação contra sarampo e rubéola nas cidades-sede da Copa do Mundo de 2014

Quem não tomou a vacina Tríplice Viral em 2008 deve ir a um posto de saúde para ser imunizado

 

O Brasil vai lançar campanha para intensificar a vacinação contra Sarampo e Rubéola nas cidades-sede da Copa de 2014. Apesar dessas doenças já estarem erradicadas, o País vai receber milhares de turistas durante os megaeventos esportivos e, por isso, a ação é importante para que não haja novos casos das doenças.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, em 2008, sessenta e oito milhões de pessoas, com até trinta e nove anos de idade, foram imunizadas contra essas doenças. 

As ações de reforço querem alcançar aquelas pessoas que não foram vacinadas ou não completaram o seu esquema vacinal, para que, principalmente os trabalhadores que vão atuar direta ou indiretamente com o turismo, tomem uma dose de vacina Tríplice Viral com o componente Sarampo, Rubéola e Caxumba.

A mobilização para vacinar a população dessas cidades contra o Sarampo e a Rubéola é uma das ações da Câmara Temática da Saúde para a Copa do Mundo

 

Precaução

O vírus do Sarampo ainda circula nos países dos continentes europeu e asiático. E, apesar de ter sido eliminado do Brasil há mais de dez anos, ainda surgem novos casos da doença, trazida por pessoas que viajaram ao exterior. Por isso, a importância de reforçar a vacina, principalmente em épocas que antecedem os eventos esportivos o País vai sediar. 

De acordo com a a coordenadora-geral do Programa de Imunização do Ministério da Saúde, Carla Domingues, essas são doenças não têm mais circulação no Brasil, entretanto, "é fundamental que a população esteja vacinada porque se vier algum turista que esteja contaminado, ele não vai transmitir a doença pra nossa população”, explica.

 

Sarampo

O Sarampo é uma doença aguda, altamente contagiosa, transmitida por vírus. Os sintomas mais comuns são febre, tosse seca, exantema (manchas avermelhadas), coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, falar ou respirar. O período de transmissão varia de quatro a seis dias antes do aparecimento do exantema até quatro dias após o surgimento das manchas. A vacina é o meio mais eficaz de prevenção.

De 2001 a 2005, o Brasil apresentou apenas 10 casos de sarampo, dos quais quatro foram importados (Japão, Europa e Ilhas Maldivas) e seis casos eram associados a essa importação.

Em 2006, foram registrados 57 casos na Bahia com fonte de infecção desconhecida, com identificação de genótipo que ainda não tinha circulado no País. Em 2010, foram confirmados 68 casos (no Pará, Rio Grande do Sul e Paraíba) – todos importados ou associados a esses casos importados.

 

Rubéola

Transmitida por vírus, os sintomas mais comuns da Rubéola são febre, manchas avermelhadas, inflamação de gânglios e artralgia. O período de transmissão é de cinco a sete dias do aparecimento de machas. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, falar e respirar.

Outra forma de transmissão é por via sanguínea, o que ocorre somente quando mulheres grávidas adoecem e transmitem para o feto. A infecção na gravidez acarreta inúmeras complicações para os recém-nascidos, como malformações congênitas, principalmente cegueira e surdez. A vacina também é o meio mais eficaz de prevenção.

 

Fontes:
Portal da Copa
Ministério da Saúde 
Blog da Saúde

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Tocha olímpica visita a Rota do Descobrimento na Bahia
Chama começou o dia na Rota do Descobrimento em ‎Eunápolis, passou por Itapetinga, a Cidade do Boi Gordo, e encerrou o dia em Vitória da Conquista
Ministro do Esporte visita instalações do Parque Olímpico da Barra da Tijuca
Leonardo Picciani visitou as instalações do Parque Olímpico da Barra da Tijuca, que já tem 88% das obras concluídas
Caio Sena conta como se prepara para Olimpíadas no Brasil
Conheça a história de Caio Sena. Aos 24 anos, o atleta de marcha atlética qualificado para as Olimpíadas Rio 2016, vive o sonho de disputar os jogos no Brasil.
Chama começou o dia na Rota do Descobrimento em ‎Eunápolis, passou por Itapetinga, a Cidade do Boi Gordo, e encerrou o dia em Vitória da Conquista
Tocha olímpica visita a Rota do Descobrimento na Bahia
Leonardo Picciani visitou as instalações do Parque Olímpico da Barra da Tijuca, que já tem 88% das obras concluídas
Ministro do Esporte visita instalações do Parque Olímpico da Barra da Tijuca
Conheça a história de Caio Sena. Aos 24 anos, o atleta de marcha atlética qualificado para as Olimpíadas Rio 2016, vive o sonho de disputar os jogos no Brasil.
Caio Sena conta como se prepara para Olimpíadas no Brasil

Últimas imagens

Funcionários participam da operação de acessibilidade para preparar o Aeroporto de Guarulhos para os Jogos Rio 2016
Funcionários participam da operação de acessibilidade para preparar o Aeroporto de Guarulhos para os Jogos Rio 2016
Divulgação/Brasil 2016
Atletas brasileiros farão aclimatação antes dos Jogos no Centro de Treinamento de São Paulo
Atletas brasileiros farão aclimatação antes dos Jogos no Centro de Treinamento de São Paulo
Foto: Roberto Castro/ME
Pira olímpica acesa após o revezamento em Aracaju. Chama segue neste domingo para Alagoas
Pira olímpica acesa após o revezamento em Aracaju. Chama segue neste domingo para Alagoas
Foto: Francisco Medeiros/Brasil 2016
Popole Misenga e Yolande Mabika fugiram de conflitos na República Democrática do Congo em 2013 e tentam reconstruir a vida no Brasil
Popole Misenga e Yolande Mabika fugiram de conflitos na República Democrática do Congo em 2013 e tentam reconstruir a vida no Brasil
Divulgação/Brasil 2016

Governo digital