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Copa das Confederações é avaliada positivamente pela Fifa

Grandes eventos esportivos

Durante encontro com a imprensa, nesta segunda-feira (24), no Rio de Janeiro, o secretário geral da entidade, Jérôme Valcke e o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, apresentaram um balanço das ações
por Portal Brasil publicado: 25/06/2013 10h52 última modificação: 30/07/2014 00h06

Um balanço geral das ações das operações nos 12 jogos da primeira fase da Copa das Confederações foi apresentado nesta segunda-feira (24), pelo Governo Federal e pela Fifa. O secretário geral da Organização, Jérôme Valcke, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, o secretário executivo da pasta, Luis Fernandes e o CEO do Comitê Organizador Local (COL), Ricardo Trade, apresentaram uma avaliação positiva.

“Não existe uma questão específica. Há vários probleminhas, como controle dos ingressos, coisas que não foram importantes para a mídia e para as equipes, mas que são coisas internas nossas. Nada no topo da lista como se fosse o foco. Posso dizer claramente que não houve nenhuma questão relevante”, disse Valcke, ao responder sobre possíveis problemas na organização da Copa das Confederações. 

Ele elogiou, ainda, a presença da torcida nos estádios. “A torcida brasileira é incrível e o torneio está indo muito bem. Temos números impressionantes quanto ao público nas arenas”.

Ricardo Trade destacou o trabalho conjunto com o governo federal e as sedes e disse que há espaço para melhorias nas questões operacionais. “Fizemos 12 jogos em seis cidades. Estamos trabalhando em conjunto com o governo federal e as sedes para darmos ao torcedor uma nova dimensão do espetáculo. Claro, em alguns momentos há espaço para melhorar, mas temos retornos diários das equipes, por exemplo, mostrando a satisfação com os serviços de transporte, hotel, estrutura de treinos”, afirmou o dirigente. 

Em entrevistas ao Portal da Copa, integrantes da seleção nigeriana, japonesa e mexicana elogiaram o que encontraram no País.

Infraestrutura e logística

Aldo Rebelo, ministro dos Esportes, ressaltou que o País mostrou ser capaz de sediar os megaeventos. “O balanço apresentado até aqui, do ponto de vista técnico, aponta para um êxito importante de público, transmissões de TV e mostra que o País superou o desafio de oferecer infraestrutura, logística e condições para que os jogos fossem realizados nos estádios, de acordo com as exigências da competição. Creio que tudo correrá bem até a final e o Brasil vai dar ao mundo a ideia do que poderá oferecer em 2014”.

O secretário executivo do Ministério do Esporte, Luis Fernandes, lembrou da desconfiança que houve em relação ao prazo para a construção das arenas e disse que a Copa das Confederações tem sido um bom teste para o governo federal. 

“Para além da competição esportiva, para nós, a Copa das Confederações é um teste para o Mundial. Algum tempo atrás havia dúvidas se as arenas seriam entregues a tempo para o torneio, depois se poderiam ser operadas e, agora, podemos afirmar sem dúvidas que os estádios e as sedes tiveram a realização adequada. Não quer dizer que todos os problemas foram resolvidos, mas servirão como aprendizado para organizar a Copa”.

Matriz de responsabilidades

Segundo o ministro do Esporte, as iniciativas brasileiras superam os compromissos assumidos pelo Brasil com a Fifa para sediar a Copa do Mundo de 2014. 

“O Brasil assumiu encargos e responsabilidades que incluíam obras em estádios, hotéis e aeroportos, mas, por iniciativa própria, o governo construiu a Matriz de Responsabilidades, que traz ações das três esferas de governo, mas que não constam nos cadernos de encargos, não são obrigações perante os organizadores, mas que julgamos importantes para facilitar a realização da Copa e antecipar projetos no País, disse”. 

Essas ações envolvem também ações de mobilidade urbana, portos, investimentos no turismo, em segurança e telecomunicações.

 

Legados

Os recursos aplicados em projetos relacionados à Copa do Mundo de 2014 estão gerando, segundo o ministro, diversos legados, como a capacitação profissional, o aumento do emprego e a atração de investimentos. “Esses benefícios até agora geraram 24,5 mil empregos na construção das arenas, que envolveu técnicos, operários e engenheiros. Houve um trabalho de qualificação e educação nos canteiros de obras com a utilização de presidiários, mulheres, programas de alfabetização. 

Os negócios para micro e pequenas empresas geraram R$ 100 milhões para esse setor. A Agência Brasileira de Promoção da Exportação e Investimentos (Apex-Brasil) fez um esforço para trazer 903 empresários de 70 países para a promoção do Brasil e que vai agregar cerca de US$ 1 bilhão às exportações nacionais nos próximos 12 meses”. Outra iniciativa do Governo Federal, o Pronatec Copa, recebeu R$ 300 milhões em recursos e qualificou cerca de 120 mil trabalhadores.

 

Fase final

O próximo desafio da Seleção Brasileira na Copa das Confederações já está definido. Com 100% de aproveitamento na competição, a equipe de Neymar e companhia vai enfrentar o Uruguai em uma das semifinais, nesta quarta-feira (26), às 16h, no Mineirão, em Belo Horizonte. A Celeste passou para a próxima fase após golear o Taiti por 8 x 0, na tarde do último domingo (23), em Recife.

O Uruguai vai tentar quebrar a invencibilidade do Brasil que, por sua vez, terá a chance de apagar da memória a derrota para a Celeste, em casa, na Copa do Mundo de 50. A outra semifinal será entre Itália e Espanha, que cravou o primeiro lugar do grupo B após mandar para casa a Nigéria, com o placar de 3 x 0. O clássico europeu será na quinta-feira (27), às 16h, no Castelão, em Fortaleza. A grande final da Copa das Confederações será no próximo domingo (30), no Maracanã.

 

Fontes:

Ministério dos Esportes

Portal da Copa - GDF

 

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