Esporte
Liga Sul-Americana de basquete começa em Brasília
Basquete
A competição será a primeira com o novo piso flutuante instalado com recursos de convênio do Ministério do Esporte
por Portal Brasil
publicado:
01/10/2013 18h30
última modificação:
30/07/2014 00h07
Começa nesta terça-feira (1º.10) a Liga Sul-Americana de Clube de Basquete, com a primeira rodada da etapa de Brasília, e jogos do Grupo A, às 17h45 e 20h. Na preliminar, jogam Comunikit, do Equador, e Boca Juniors, da Argentina; na partida de fundo, será a estreia da Uniceub/BRB, de Brasília, contra o Atlético Nacional, da Bolívia. A competição será a primeira com o novo piso flutuante instalado com recursos de convênio do Ministério do Esporte, para o ginásio que conta ainda com novo placar e novas tabelas.
A equipe de Brasília é dirigida pelo técnico Sergio Hernández, que comandou a seleção argentina por seis anos e está há cerca de um mês em Brasília. O grupo para este ano está mesclado com jogadores experientes, como Alex, Giovanonni e Arthur, que disputaram a Copa América com a seleção brasileira, e mais jovens, da seleção sub-22, caso de Bruno, Vitor e Max. “Temos ‘realidades’ diferentes”, comentou o treinador.
Além da mescla de idades, há também jogadores chegando agora ao grupo, como o armador uruguaio Martín Osimani, além dos da seleção brasileira que precisaram de descanso depois da Copa América.
“O ideal seria a Liga começar um pouco mais tarde, para seu time poder fazer mais amistosos. Fizemos dois, apenas. Mas os treinos têm sido muito bons”, diz Sergio Hernández. “Os jogadores são sérios, têm disposição para treinar duro. Na verdade, fazem três períodos, com academia, treino em quadra pela manhã e mais duas horas à tarde. Espero conseguir classificação para a fase final, porque assim teremos tempo para trabalhar mais e fazer mais amistosos.”
A equipe de Brasília é dirigida pelo técnico Sergio Hernández, que comandou a seleção argentina por seis anos e está há cerca de um mês em Brasília. O grupo para este ano está mesclado com jogadores experientes, como Alex, Giovanonni e Arthur, que disputaram a Copa América com a seleção brasileira, e mais jovens, da seleção sub-22, caso de Bruno, Vitor e Max. “Temos ‘realidades’ diferentes”, comentou o treinador.
Além da mescla de idades, há também jogadores chegando agora ao grupo, como o armador uruguaio Martín Osimani, além dos da seleção brasileira que precisaram de descanso depois da Copa América.
“O ideal seria a Liga começar um pouco mais tarde, para seu time poder fazer mais amistosos. Fizemos dois, apenas. Mas os treinos têm sido muito bons”, diz Sergio Hernández. “Os jogadores são sérios, têm disposição para treinar duro. Na verdade, fazem três períodos, com academia, treino em quadra pela manhã e mais duas horas à tarde. Espero conseguir classificação para a fase final, porque assim teremos tempo para trabalhar mais e fazer mais amistosos.”
Sobre o novo piso, o treinador comentou que tecnicamente é muito importante que todas as quadras onde se disputem campeonatos sejam do mesmo padrão, assim como tabelas e bolas. “Além do mais, faz bem para a saúde dos jogadores. Eles realizam de 200 a 300 saltos por treinos – e são pesados, vários com mais de 100 kg. É importante o piso para prevenir lesões. Com esse tipo de piso flutuante, o atleta joga até 40 anos; com piso duro, até 28...”
Alírio, 36 anos, 2,08 m e 116 kg, concorda com o técnico argentino. Aos 36 anos, nascido em Belo Horizonte, lembra que jogou em muita quadra ruim, de piso irregular, duro e mesmo cimento. Muitas cirurgias depois, diz que é “sorte” dos garotos desenvolverem seu jogo desde o início em piso bom. “O piso flutuante é muito bom na absorção de impacto e sentimos bem isso, depois de certo tempo de carreira.
Bruno, 20 anos, chegando do Palmeiras, de São Paulo, e da seleção sub-22, diz que sentiu muito diferença com relação ao amortecimento, porque “dá menos dor no joelho”. “E a aderência também é muito boa. O basquete é assim: a gente dá um ‘tiro’, para, dá outro... E com esse piso a gente não escorrega. É muito importante porque nos dá confiança em quadra.”
Nesta quarta-feira (2), a rodada terá Atlético Nacional e Boca Juniors; Comunikit e Uniceub/BRB; na quinta (3), os jogos são Comunikit e Atlético Nacional, Uniceub/BRB e Boca Juniors.
O Grupo B terá jogos entre os dias 8 e 9 deste mês, em Bauru. Participam Paschoalotto Bauru (do Brasil), Defensor Sporting (do Uruguai), Caquetios Falcón (da Venezuela), C.D. Universidad de Concepción (do Chile).
O Grupo C terá jogos entre 15 e 17 deste mês, em Ambato, no Equador. Participam Club Importadora Alvarado (do Equador), C.A. Peñarol (da Argentina), São José Basketball (do Brasil) e Bambuqueros de Neiva (da Colômbia).
O Grupo D joga entre 22 e 24 deste mês, em Maturín, na Venezuela. Os clubes: Guacharos de Maturín (da Venezuela), C.A. Argentino de Junín (da Argentina), C.A. Aguada (do Uruguai) e El Bosque (do Peru.
As fases semifinais serão de 5 a 7 de novembro, e de 12 a 14 de novembro, com finais entre 27 e 29 de novembro.
R$ 25 milhões do Ministério para o basquete em 2013
Alírio, 36 anos, 2,08 m e 116 kg, concorda com o técnico argentino. Aos 36 anos, nascido em Belo Horizonte, lembra que jogou em muita quadra ruim, de piso irregular, duro e mesmo cimento. Muitas cirurgias depois, diz que é “sorte” dos garotos desenvolverem seu jogo desde o início em piso bom. “O piso flutuante é muito bom na absorção de impacto e sentimos bem isso, depois de certo tempo de carreira.
Bruno, 20 anos, chegando do Palmeiras, de São Paulo, e da seleção sub-22, diz que sentiu muito diferença com relação ao amortecimento, porque “dá menos dor no joelho”. “E a aderência também é muito boa. O basquete é assim: a gente dá um ‘tiro’, para, dá outro... E com esse piso a gente não escorrega. É muito importante porque nos dá confiança em quadra.”
Nesta quarta-feira (2), a rodada terá Atlético Nacional e Boca Juniors; Comunikit e Uniceub/BRB; na quinta (3), os jogos são Comunikit e Atlético Nacional, Uniceub/BRB e Boca Juniors.
O Grupo B terá jogos entre os dias 8 e 9 deste mês, em Bauru. Participam Paschoalotto Bauru (do Brasil), Defensor Sporting (do Uruguai), Caquetios Falcón (da Venezuela), C.D. Universidad de Concepción (do Chile).
O Grupo C terá jogos entre 15 e 17 deste mês, em Ambato, no Equador. Participam Club Importadora Alvarado (do Equador), C.A. Peñarol (da Argentina), São José Basketball (do Brasil) e Bambuqueros de Neiva (da Colômbia).
O Grupo D joga entre 22 e 24 deste mês, em Maturín, na Venezuela. Os clubes: Guacharos de Maturín (da Venezuela), C.A. Argentino de Junín (da Argentina), C.A. Aguada (do Uruguai) e El Bosque (do Peru.
As fases semifinais serão de 5 a 7 de novembro, e de 12 a 14 de novembro, com finais entre 27 e 29 de novembro.
R$ 25 milhões do Ministério para o basquete em 2013
Apenas para aparelhar ginásios dos clubes da Liga Nacional de Basquete – caso da Uniceub/BRB – o convênio do Ministério do Esporte para este ano foi de R$ 5.399.138,60. Os recursos repassados para a LNB, por dois convênios, são de R$ 10.070.464,72. Para a Confederação Brasileira de Basquete (CBB), são sete convênios, que somam R$ 14.880.248,93. O total de investimentos no basquete para 2013, por meio de convênios do Ministério do Esporte, alcança R$ 24.950.713,65.
Fonte:
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