Esporte
Ministro participa de Comissão de Turismo e Desporto
Grandes eventos
O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, respondeu, nesta quarta-feira (16), as questões dos Deputados Federais da Comissão de Turismo e Desportos, realizada no Plenário 5 da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF).
Rebelo participou como convidado da Comissão de Turismo e Desporto e apresentou planos e programas do Ministério do Esporte.
Em seu discurso inicial, o ministro criticou os “pessimistas” que afirmam que os grandes eventos esportivos não serão bem sucedidos e que as obras serão elefantes brancos. “Às vezes, jornalistas, principalmente do sul e do sudeste, que voam sobre Natal, a 12 mil metros de altura, indo a Miami ou a Paris, acham que a cidade não pode ter um estádio”, disse.
“Quando se trata de futebol, no País, nada é permitido. O Governo pode conceder renúncia fiscal de R$ 27 bilhões à indústria automobilística. Mas ao futebol, nada”, completou o ministro.
O ministro deixou claro que as arenas que estão sendo construídas para a Copa do Mundo não serão utilizadas apenas como estádios de futebol, mas sim para vários outros fins e citou o exemplo do estádio de Wembley. “Na Inglaterra, o estádio de Wembley é utilizado para finais de campeonato, casamentos e outros eventos”.
Em relação à geração de vagas, o Pronatec Copa também foi inserido na pauta da comissão. Rebelo disse que o programa não trará benefícios apenas às cidades-sede e exemplificou que “o turista que vai assistir a Copa em Pernambuco irá visitar também Alagoas”. De acordo com estudo da consultoria Ernst & Young, a Copa do Mundo irá gerar 3,6 milhões de emprego.
O ministro afirmou que, apesar das Olimpíadas serem realizadas no Rio de Janeiro, a obrigação de sua execução é nacional e que o seu legado também será de todo o País. Rebelo também mencionou a política de nacionalização das Olimpíadas e complementou que, após os jogos, é estudada a hipótese de nacionalizar (dividir entre os Estados) os equipamentos.
Segundo Rebelo, há sim uma grande preocupação com os atletas que vão representar o País e citou os programas Bolsa Atleta e Bolsa Medalha. “Temos a preocupação com o legado, mas também com o resultado”.
Foi enfatizado pelo ministro que a distribuição de recursos aos Estados, visando os grandes eventos esportivos não foi direcionada por partidos políticos. Falou, por exemplo, que o centro paralímpico será construído em São Paulo, que é governado pelo PSDB.
Ao ser questionado sobre as diferenças nos repasses entre os atletas olímpicos e paralímpicos, o ministro ressaltou que “em São Paulo será construído o maior centro paralímpico do mundo”.
Fonte:
Portal Brasil
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