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Esporte

A evolução do Brasil nos Mundiais

Campeonatos

Além das 28 medalhas conquistadas até agora, o país comemorou evolução dos atletas em vários esportes
por Portal Brasil publicado: 11/11/2013 17h43 última modificação: 30/07/2014 00h15

A temporada dos atletas do Brasil em Campeonatos Mundiais não deve ser comemorada apenas pelas 28 medalhas conquistadas até aqui, 20 das quais em provas olímpicas. Além de todos esses pódios, vários esportes que não tiveram brasileiros no pódio viram seus atletas evoluírem no desempenho em relação a mundiais anteriores, o que só comprova a evolução do esporte nacional no cenário internacional.

Um exemplo é o oitavo lugar de Sarah Nikitin no arco recurvo do Mundial do Tiro com Arco em Belek, na Turquia. Outro que apresentou boa evolução foi Fernando Reis, sétimo colocado na categoria +105 kg no Mundial de Levantamento de Peso, disputado em Wroclaw, na Polônia. Esses são os dois melhores resultados da história do Brasil até hoje em mundiais das duas modalidades.

No triatlo, Reinaldo Colucci foi nono colocado na grande final do Mundial por etapas (considerada o “Campeonato Mundial” do esporte) e conquistou o melhor resultado brasileiro da história na prova. Ele encerrou a temporada com o ouro na etapa final da Copa do Mundo, em Guatapé, na Colômbia, disputada em altitude de 1.500 metros.

Já o esgrimista Renzo Agresta, especialista em sabre, chegou aos 25 melhores no Mundial de Esgrima, em Budapeste, na Hungria. Trata-se de uma evolução considerável se for levado em conta que há dois anos Renzo Agresta terminou o Mundial apenas na chave dos 64 melhores do planeta. Na canoagem, Ana Sátila chegou a 12ª na C1 do Mundial de Slalom, em Praga, na República Tcheca.

No atletismo, embora o Brasil não tenha conquistado medalhas no Mundial de Moscou, vale destacar que o país teve atletas em nove finais, com Carlos Chinin conseguindo um grande sexto lugar no decatlo. Já o revezamento 4x100 m feminino mostrou que pode brigar por medalhas e provavelmente teria conquistado uma se não fosse um erro na passagem do bastão.

Em alguns casos, a evolução foi tamanha que rendeu pódios aos brasileiros. No Mundial de Canoagem de Velocidade, Isaquías Queiroz foi bronze na C1 1000 m, em Duisburg, na Alemanha, e levou o ouro no C1 500 m (prova não-olímpica). No boxe, Róbson Conceição (da categoria 60 kg) subiu das oitavas-de-final há dois anos para a prata no Mundial de Almaty, no Cazaquistão. Já o taekwondô teve seu bronze com Guilherme Dias (da categoria 58 kg), no Mundial de Puebla, no México.

Fonte:
Brasil 2016

 

 

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