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Presidente da CBDA fala sobre suas expectativas para 2014

Esporte aquático

Seleções masculina e feminina serão dirigidas pelos técnicos estrangeiros Ratko Rudic e Patrick Oaten, respectivamente
por Portal Brasil publicado: 03/01/2014 12h19 última modificação: 30/07/2014 02h52
Ratko Rudic, quatro vezes campeão olímpico como técnico de polo aquático, vai treinar a Seleção Brasileira masculina

Ratko Rudic, quatro vezes campeão olímpico como técnico de polo aquático, vai treinar a Seleção Brasileira masculina

A vez do polo aquático. Esse é um dos projetos de Coaracy Nunes, presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), para 2014.

Depois de um primeiro ano de ciclo olímpico “extraordinário”, nas palavras do dirigente, com cinco medalhas no Mundial de Natação e outras cinco no Mundial de Maratonas Aquáticas — o que transformou o Brasil em um modelo na modalidade em 2013 —, os planos incluem a vinda de técnicos estrangeiros e mesmo a naturalização de jogadores estrangeiros para a Seleção Brasileira de polo aquático.

“Nos últimos cinco anos, os resultados da CBDA vêm crescendo muito. Em 2013, pela primeira vez, o Brasil foi o campeão por equipes das maratonas aquáticas (no Mundial de Barcelona, entre julho e agosto), com três pontos à frente da Itália. No masculino também evoluímos muito. Agora, temos uma boa perspectiva para os Jogos Olímpicos do Rio 2016”, afirma Coaracy.

Para 2014, a CBDA terá Ratko Rudic, “o melhor técnico de polo aquático do mundo”, segundo o dirigente. Como jogador, Rudic foi prata nos Jogos de Moscou-1980. Como técnico, dirigiu a Iugoslávia (entre 1984-1988), a Itália (entre 1990-2000), os Estados Unidos (entre 2000 e 2004) e a Croácia (entre 2004 e 2012).

Com a Croácia, foi ouro nos Jogos de Londres-2012, conquistando, assim, seu quarto título olímpico.  “E, claro, além de ser o melhor do mundo, também é o mais desejado”, diz Coaracy, que traz o técnico com apoio do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

Além do novo treinador, Coaracy adianta que a Seleção de polo aquático masculina deverá ter dois brasileiros que possivelmente voltarão ao time após defenderem outros países. Felipe Perrone, que seguiu com o irmão Kiko e foi para a Espanha em 2005 e que hoje atua pelo Fluminense, é um deles.

O outro é Tony Azevedo, nascido no Brasil, que defendeu os Estados Unidos e agora está no Sesi-SP. Vale ressaltar que, ao contrário do futebol, se um jogador já atuou pela seleção de um determinado país, ele pode defender outra seleção.

Segundo o dirigente, dois estrangeiros naturalizados também devem se juntar à Seleção: o centro croata Josip Vrlic e o goleiro sérvio Slobodan Soro. Os dois atletas conquistaram o bronze olímpico por seus países.

“Estou completamente focado no polo aquático”, diz o presidente da CBDA. “E com o apoio do Ministério do Esporte, por meio de convênios, e dos Correios, ou via Lei de Incentivo ao Esporte, vamos conseguir trazer os estrangeiros. E não será apenas para a Seleção masculina. Teremos também um técnico estrangeiro para a Seleção feminina, o Patrick Oaten (espanhol que foi diretor técnico do polo aquático do Canadá).”

Mas, apesar do “foco total” no polo aquático, Coaracy já tem planos também para o nado sincronizado brasileiro: quer a técnica Julie Sauvé, do Canadá, que foi medalha olímpica com suas seleções entre 1984 e 1996.

Fonte:
Rio 2016 

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