Esporte
Obras do Complexo de Deodoro começam no segundo semestre
Rio 2016
A região de Deodoro, na zona oeste do Rio de Janeiro, vai começar a receber as obras viárias e de construção dos equipamentos esportivos já no segundo semestre. Nesse sábado (12), o prefeito Eduardo Paes garantiu que vai cumprir todos os prazos exigidos pelo Comitê Olímpico Internacional, que anunciou que vai aumentar o monitoramento e as visitas à cidade.
De acordo com a Empresa Olímpica Municipal (EMP), a prefeitura só assumiu a responsabilidade das obras nessa região em agosto, inicialmente delegadas ao governo do estado, e desde então tem trabalhado no ajuste do cronograma.
Em nota, a EMP informa que foi concluída, no mês passado, a licitação para a construção do domínio urbano, referente às melhorias necessárias em 11 vias da região: ruas Soldado Arlindo Santos, São Pedro de Alcântara, Major Dreon, Tenente Serafim, Marechal Alencastro e Aripuá; avenidas General Benedicto da Silveira, Duque de Caxias, Brasil e Nazareth; e na Estrada da Equitação.
“No total, a área beneficiada é de cerca de 284 mil m². Entre as obrigações da empresa vencedora estão obras de pavimentação e acessibilidade, construção de ciclovias e reforma de calçadas”, informa a EMP. A empresa diz, também, que a prefeitura vai lançar ainda neste mês as licitações para a construção e reforma das instalações esportivas na região, que vai receber 11 modalidades.
De acordo com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a legislação dispensa o empreendimento de Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto ao Meio Ambiente ( EIA/Rima), mas o Ministério Público pediu na justiça que os documentos fossem feitos. Mas, segundo o Inea, o EIA/Rima, de responsabilidade do empreendedor, ainda não foi entregue.
Na Matriz de Responsabilidades 2016, divulgada no fim de janeiro, todas as obras dos equipamentos esportivos e de infraestrutura aparecem com grau de maturidade dois, que corresponde a anteprojeto ou projeto básico/termo de referência em elaboração. O grau de maturidade vai até seis, quando o equipamento está pronto para operação. Os recursos serão do governo federal, mas ainda não tem valores definidos.
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