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Sport e flamengo continuam na briga pelo título de 1987

Reconhecimento

Discutindo a validade do título do campeão do Brasileirão em 87 nos tribunais, Sport pode levar vantagem e ser considerado o campeão daquele ano
por Portal Brasil publicado: 02/04/2014 12h10 última modificação: 30/07/2014 02h43

Mais um capítulo da polêmica envolvendo Sport e Flamengo foi escrito nessa terça-feira (1º). Há 26 anos discutindo quem foi o verdadeiro vencedor do Campeonato Brasileiro de 1987, os dois times entraram em um campo diferente: o dos tribunais. E pelo resultado parcial do júri, o Sport parece levar vantagem.

Após a relatora da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministra Nancy Andrighi, dar um parecer de que o Flamengo seria o único campeão de 1987, os ministros Sidnei Beneti e João Otavio de Noronha votaram a favor do entendimento de que o Sport deve ser proclamado campeão daquele ano.

Para o ministro Beneti, ao declarar o Sport campeão, a sentença, mesmo sem adotar explicitamente expressões como “campeão exclusivo”, afirmou ser o time pernambucano o único campeão de 1987. “Campeão é campeão”, asseverou.

Após as votações, o julgamento foi interrompido por falta de quórum. O regimento do STJ exige que as decisões em recurso especial ocorram por maioria absoluta das Turmas. Esses colegiados são formados por cinco ministros, exigindo-se, três votos concordantes para se firmar um julgamento. Como o “placar” está em 2 a 1 para o Sport, o julgamento ainda está em andamento.

Nos termos do regimento interno do STJ, nessa hipótese os votos já proferidos são computados. Porém, será possível que os advogados façam novas sustentações orais para que os ministros que ainda não votaram possam se inteirar do caso

Entenda o caso

Na versão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), em 1987, o título sairia de um quadrangular entre os campeões do módulo verde e do módulo amarelo. Os primeiros colocados do módulo verde (Flamengo e Internacional) recusaram-se a jogar contra Sport e Guarani (os primeiros do módulo amarelo).

O time de Recife venceu o de Campinas e, a partir daí, tomou para si o título. Na verdade, o imbróglio começou quando, naquele ano, a CBF havia desistido de organizar o Campeonato Brasileiro. Diante da decisão, foi criado o Clube dos 13, que reuniu times para organizar um torneio nacional, com 16 equipes, a Copa União.

Depois, a Confederação voltou atrás e propôs que mais equipes fossem incluídas no campeonato, que passou a ser dividido em dois módulos: verde, que reuniu as 16 principais equipes do País, e amarelo, que tinha outros 16 clubes. Com a competição já em andamento, uma nova regra foi apresentada. O campeão e o vice de cada módulo deveriam se enfrentar num quadrangular final. A partir de então, a discussão não teve mais fim.

Fonte:
EBC Esportes

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