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Brasil qualifica mais quatro para-remadores na Itália

Remo

Classificação funcional dos remadores foi obtida após avaliação realizada durante a Regata Internacional de Gavirate
por Portal Brasil publicado: 22/05/2014 18h59 última modificação: 30/07/2014 02h35
CPB Classificação funcional dos remadores foi obtida após avaliação na Regata Internacional de Gavirate

Classificação funcional dos remadores foi obtida após avaliação na Regata Internacional de Gavirate

O Brasil classificou mais quatro atletas, com laudos médicos confirmados, para integrar a equipe de para-remadores em competições internacionais. A qualificação funcional dos remadores foi obtida após avaliação na Regata Internacional de Gavirate, no fim de semana passado, na Itália.

Os classificados são: Geovani Pinho, do Aldo Luz (SC), na categoria AS (braços); Erik Lima, do Sport (PE), e Frederich Mallrich, do Guanabara (RJ), na categoria LTA (pernas, tronco e braços); e Michel Gomes, do Flamengo (RJ), na categoria TA (tronco e braços).

Os para-remadores brasileiros disputaram quatro provas nos três dias da competição. O melhor resultado foi de Josiane Lima (Aldo Luz) e Luciano Pires (Flamengo), que conquistaram medalha de bronze no Double Skiff  LTA. O Quatro Com LTA (Frederich, Erik, Norma Moura e Ana Paula Souza) terminou na quinta posição, a 12 segundos do vencedor.

Com Josiane Lima e o estreante Michel Gomes, o Double Skiff TA mostrou progresso em cada uma das três descidas e venceu a Final B, terminando em sétimo lugar, com o quinto melhor tempo geral. Geovani Pinho, que há quatro anos competia na categoria TA, tornou-se elegível na categoria AS e terminou sua primeira competição internacional na água (no remo, existem provas indoor, que não são olímpicas) com o segundo lugar na Final C.

A Comissão Técnica da Confederação Brasileira de Remo considerou a participação brasileira positiva pela classificação dos novos para-remadores e o alto nível da competição, que este ano teve quase o dobro de participantes das edições anteriores. “O fato de ser uma equipe nova, com atletas que participaram pela primeira vez de competição internacional na água, e de ainda não termos material adequado, como barcos e remos adaptados, foram fatores determinantes para a participação brasileira”, avaliou o coordenador da modalidade, Guilherme Soares.

O esporte
No Brasil, o remo adaptado teve o início nos anos 80, no Rio de Janeiro. A Superintendência de Desportos do Rio de Janeiro (Suderj) iniciou um programa de reabilitação para pessoas com deficiência física, mental e auditiva utilizando o remo como ferramenta. Porém, somente em 2005, depois de dois mundiais realizados, a Confederação Brasileira de Remo reativou o departamento de Remo Adaptável.

O remo adaptado está no Programa Paralímpico desde os Jogos de Pequim-2008. Em duas edições com a presença do remo nos Jogos Paralímpicos, o Brasil ganhou uma medalha de bronze no skiff duplo misto, classe TA, com Elton Santana e Josiane Lima.

Como é disputado
Todas as classes têm provas em percursos de 1000m, e os atletas são divididos entre aqueles fazem a propulsão só com os braços, com os braços e tronco e também os que utilizam braços, tronco e pernas. Há disputas no single skiff, double skiff e four skiff com timoneiro.

Fontes:
Brasil 2016
Comitê Paralímpico Brasileiro

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