Esporte
Após derrota para o Irã no sábado, Brasil reencontra os rivais
Vôlei
Jogando pela terceira rodada da Liga Mundial, a Seleção Brasileira de vôlei masculino enfrentou o Irã na sexta (6) e no sábado (7), em São Paulo. Depois de triunfar no primeiro duelo em um jogo equilibradíssimo, que terminou em 3 x 2, com parciais de 25/23, 28/30, 26/28, 25/23 e 15/13, o Brasil perdeu o segundo confronto por 3 x 0, com parciais de 25/18, 25/21 e 25/22.
Com este resultado, em seis partidas já disputadas na competição, o Brasil acumula um retrospecto de quatro derrotas (duas para a Itália, uma para a Polônia e uma para o Irã) e apenas duas vitórias (contra a Polônia e o Irã).
Os seis primeiros jogos da Seleção Brasileira na Liga Mundial foram disputados em casa: contra a Itália em Jaraguá do Sul (SC); contra a Polônia em Maringá (PR); e contra o Irã em São Paulo. Agora, a Seleção enfrenta os mesmos rivais, mas, desta vez, na casa dos adversários. E o próximo desafio do time de Bernardinho será contra o Irã, nos dias 13 e 15 de junho.
Analisando a derrota do sábado, Bernardinho reconheceu que seu time tem muito a evoluir e que a forma de conseguir isso é treinando cada vez mais. “Há de se reconhecer o mérito do Irã e, por outro lado, o Brasil jogou muito abaixo. Não estamos conseguindo manter a consistência. Nossa defesa também está abaixo. Na verdade, nosso time está abaixo. Agora vamos trabalhar, assumir a responsabilidade e não tem muito o que fazer, além de trabalhar cada vez mais”, disse o treinador.
“Vamos para duas semanas fora agora, primeiro no Irã e depois da Polônia, onde vamos encontrar jogos muito duros. Precisamos achar a consistência perdida. Precisamos de regularidade e sabemos que temos que buscar formas de crescer juntos”, garantiu Bernardinho.
O levantador Bruninho também comentou o atual momento da Seleção Brasileira. “Não dá para pedir paciência para os torcedores. Temos que mostrar para eles que estamos lutando. Não pode faltar luta. Está faltando confiança. Precisamos dela para recuperarmos nossa agressividade o tempo inteiro, que foi a marca dessa Seleção. Tanto da geração passada quanto da atual. A gente vai conseguir isso no dia a dia, treinando cada vez mais”, declarou.
O central Sidão pensa, agora, no futuro da Seleção na Liga Mundial. “Ainda temos chances de avançar. Isso só depende da gente. Sabemos que esse é um momento difícil, mas temos que continuar trabalhando de cabeça erguida. Não podemos desistir. Vamos continuar lutando, treinando muito e temos que, daqui para frente, focar nos nossos acertos e diminuir cada vez mais nossos erros”, disse Sidão.
Fonte:
Brasil 2016
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons
CC BY ND 3.0 Brasil

















