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Argentina e Alemanha se enfrentam pela terceira vez em uma final de Copa

Mundial 2014

Com a partida deste domingo (13), esse será o confronto que mais se repetiu em decisões de copas do Mundo
por Portal Brasil publicado: 11/07/2014 17h43 última modificação: 11/07/2014 17h43
Divulgação/Portal da Copa Tira teima: é a terceira vez que as duas seleções decidem o título, com uma taça para cada lado

Tira teima: é a terceira vez que as duas seleções decidem o título, com uma taça para cada lado

A Copa do Mundo de 2014, além do bom futebol, muitos gols, partidas decididas no fim e com algumas viradas de placar, também  reserva para os amantes do futebol a quebra de marcas históricas.

Após as semifinais, quando Alemanha e Argentina se classificaram para disputar o título neste domingo (13), no Maracanã, novos recordes foram registrados.

Esta será a terceira vez que os dois países se enfrentarão em uma final do torneio, a decisão que mais vezes aconteceu na história, deixando para trás Brasil x Itália (1970 e 1994).

O confronto também desempatará a disputa entre alemães e argentinos, já que em 1986 a taça ficou com os sul-americanos (vitória por 3 x 2) e em 1990 quem levou a melhor foram os europeus (1 x 0). Ao se classificar, a Alemanha se tornou a equipe com mais presença em finais de Copas, oito, ultrapassando os brasileiros, que chegaram sete vezes à decisão.

Na vitória de 7 x 1 sobre o Brasil, o alemão Miroslav Klose se tornou o maior artilheiro da história dos Mundiais, com 16 gols, superando a marca anterior de Ronaldo “Fenômeno”, que anotou 15 vezes no torneio. Ao entrar em campo, o atacante se tornou o segundo jogador que mais disputou partidas em Mundiais, ao lado do italiano Paolo Maldini, com 23 jogos, e atrás do compatriota Lothar Matthäus, com 25 jogos. Com o resultado, a Alemanha também passou a ter o ataque mais positivo das Copas, com 223 gols, contra 221 do Brasil.

O placar, aliás, representou vários recordes negativos para a Seleção Brasileira. Foi a maior goleada em uma semifinal de Copa com formato eliminatório, a maior que um país anfitrião já sofreu e a maior da história da equipe canarinho. Além disso, a defesa do time de Felipão igualou a pior marca do Brasil em Mundiais, com 11 gols sofridos, como em 1938.

Argentina 0 x 0 Holanda também foi um resultado inédito numa semifinal de Copa do Mundo. Nunca um placar tinha passado em branco nessa fase da competição.

Ao receber a final da Copa do Mundo de 2014, o Maracanã, no Rio de Janeiro será o segundo estádio a ter duas decisões de Mundiais – a primeira foi em 1950 – igualando-se ao estádio Azteca, no México, que sediou os duelos finais em 1970 e em 1986.

Terceiro lugar
A disputa do terceiro lugar entre Brasil x Holanda no sábado (12), em Brasília, será a quarta vez que a Seleção Brasileira entrará em campo para uma partida deste tipo. Até hoje, foram duas vitórias, 4 x 2 sobre a Suécia em 1938, e 2 x 1 contra a Itália em 1978, e uma derrota de 1 x 0 para a Polônia em 1974. Os holandeses brigaram uma vez pela terceira colocação e perderam de 2 x 1 para a Croácia, em 1998.

A Alemanha é o país que mais vezes disputou esta posição, tendo vencido quatro (1934; 1970; 2006 e 2010) dos cinco jogos (perdeu em 1958). Nos outros confrontos deste tipo, levaram a melhor: Áustria (1954); França (1958); Chile (1962); Portugal (1966); Polônia (1982); França (1986); Itália (1990); Suécia (1994) e Turquia (2002).

Mais velho
Uma marca que durava 24 anos também foi ultrapassada no Brasil. O goleiro colombiano Faryd Mondragón se tornou o jogador mais velho a disputar uma Copa, com 43 anos e três dias, ao entrar em campo na vitória de seu país por 4 x 1 sobre o Japão, em 24 de junho. A marca anterior era do camaronês Roger Milla.

Gols e média
Em números gerais, a Copa do Mundo no Brasil pode ser a com maior número de gols anotados em uma mesma edição do torneio. Nos 62 confrontos do Mundial disputados até o momento, foram marcados 167 gols. Esta é a segunda maior marca, com quatro gols a menos do que a da Copa de 1998, na França. A média de gols está em 2,69 por partida (a décima segunda da história).

Fonte:
Portal da Copa

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