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Estados Unidos e Bélgica duelam em Salvador pelas oitavas de final

Copa 2014

Seleções se enfrentam por um lugar entre as oito melhores da Copa
por Portal Brasil publicado: 01/07/2014 12h22 última modificação: 01/07/2014 12h22
Divulgação/Portal da Copa Dempsey (E), dos Estados Unidos, e Hazard (D), da Bélgica. Seleções se enfrentam nesta terça (1º) em Salvador por uma vaga nas quartas

Dempsey (E), dos Estados Unidos, e Hazard (D), da Bélgica. Seleções se enfrentam nesta terça (1º) em Salvador por uma vaga nas quartas

A partida entre Estados Unidos e Bélgica nesta terça-feira (1º), às 17h, na Arena Fonte Nova, marca o encontro de duas seleções com histórias discretas em Mundiais. As equipes  se enfrentam em Salvador (BA) por uma vaga nas quartas de final da Copa do Mundo da Fifa 2014.

Recentemente, belgas e norte-americanos não tiveram papel de destaque na competição. Os europeus, por sinal, sequer participaram das duas últimas edições, na Alemanha (2006) e na África do Sul (2010).

De volta ao torneio, a Bélgica pode ser considerada a favorita para avançar. Chegou ao Brasil como uma das candidatas a surpreender. Apesar da primeira fase perfeita, com nove pontos conquistados, os belgas não empolgaram. O bom futebol esperado não se concretizou em campo, o que levantou dúvidas para a possibilidade de uma campanha vitoriosa no mata-mata. A esperança agora se renova, e uma boa atuação nesta terça pode dar um novo ânimo à equipe.

Do outro lado, os Estados Unidos conseguiram sobreviver a um dos grupos mais complicados da Copa no Brasil. Com uma vitória sofrida diante de Gana e um empate em que foi melhor contra Portugal, o país do soccer ainda vendeu caro a derrota para a favorita Alemanha e assegurou um lugar nas oitavas de final. Agora, a pressão não acompanha os norte-americanos, que entram em campo na Fonte Nova sem responsabilidade e apoiados por um desempenho sólido contra equipes fortes na primeira fase.

Chances iguais

O discurso dos norte-americanos na coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (30) na Fonte Nova é de que a Copa recomeça agora e de que todas as equipes têm 50% de chance de avançar.

“Passamos por um grupo muito difícil e agora queremos mais. Estamos com muita vontade e foco. Respeitamos (a Bélgica), mas não temos medo”, discursou o alemão Jurgen Klinsmann, técnico dos Estados Unidos. “Agora, tudo é possível. Temos que ter atenção e coragem para atacar e criar oportunidades”, receitou o ex-atacante.

Principal jogador da seleção norte-americana, o meia-atacante Clint Dempsey destacou o bom desempenho da equipe na primeira fase como fator de motivação para o duelo contra os belgas. “Pegamos confiança. Mostramos do que somos capazes, lutamos até o fim. Agora temos que estar pronto para mais do que os 90 minutos, não podemos vacilar como no jogo contra Portugal”, citou Dempsey, lembrando do gol marcado pelos portugueses nos últimos minutos.

Pela Bélgica, o técnico Marc Wilmots adotou discurso parecido. Além de exaltar a vontade do grupo de chegar às quartas de final, ele se disse satisfeito com o desempenho do grupo, mesmo com as críticas recebidas.

“É a primeira vez na vida que chegamos à segunda fase com nove pontos. Um time que cria seis oportunidades de gol por jogo está no topo. Talvez possamos melhorar uma coisinha ou outra, mas estamos dentro do planejamento”, comentou Wilmots.

A expectativa entre os belgas, no entanto, é só uma: a classificação. “Acho que fica muito claro que se não nos classificarmos vai ser um fracasso. Temos uma excelente equipe e temos tudo para chegar às quartas de final. Perder seria decepcionante”, afirmou o sincero volante Axel Witsel.

Você sabia?


Para a partida contra a Bélgica, o retrospecto não é favorável aos Estados Unidos. O país não venceu nenhum dos últimos oito confrontos que disputou com adversários europeus, acumulando quatro empates e quatro derrotas. O triunfo mais recente aconteceu em 2002 contra Portugal, mas a equipe de Jürgen Klinsmann certamente recorda que os americanos protagonizaram no Brasil uma das maiores zebras da história da Copa do Mundo no dia 29 de junho de 1950, quando derrotaram a Inglaterra por 1 a 0 em Belo Horizonte graças a um gol de Joe Gaetjens.

Seis partidas


Depois de Estados Unidos x Bélgica, a Arena Fonte Nova tem mais uma partida marcada na Copa do Mundo. O estádio baiano se despede do Mundial no sábado (5), com a partida entre Holanda x Costa Rica, valendo uma vaga na semifinal da competição.

No total, serão seis partidas disputadas em Salvador. Pela primeira fase, a arerna recebeu os jogos Holanda 5 x 1 Espanha, Alemanha 4 x 0 Portugal, França 5 x 2 Suíça e Bósnia 3 x 1 Irã.

Mobilidade sem mudanças

Para o primeiro jogo da fase eliminatória do Mundial, Salvador terá o mesmo esquema de transporte das últimas partidas. Os ajustes feitos após o duelo entre Espanha e Holanda foram os únicos necessários até agora.

Sendo assim, os torcedores seguem com as mesmas opções para chegar ao estádio: as 10 linhas de ônibus que saem de diferentes pontos de encontro; o metrô, para torcedores com ingresso e mediante cadastro; a bicicleta, que conta com um bicicletário próximo à arena; e os táxis.

Para o metrô, os torcedores devem ficar atentos ao horário para pegar a pulseira que dá acesso ao meio de transporte. Ela pode ser retirada no 2º andar do Shopping Bela Vista. Antes, é importante efetuar um cadastro no site da Secopa, da Sedur ou da Transalvador, já que o número de pulseiras será limitado.

Para Fabrizio Muller, da Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador), o esquema de mobilidade têm atendido às demandas e não justificou novas alterações além das já realizadas após o primeiro jogo.

“A operação está atendendo com bastante tranquilidade. Todas as linhas de ônibus têm funcionado a contento e estamos bastante satisfeitos. Temos resultados muito positivos tanto na chegada quanto no retorno dos torcedores. Com menos de 1h após os jogos já não tem mais ninguém para voltar”, comemorou Muller.

Fontes:
Portal da Copa
Federação Internacional de Futebol

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