Você está aqui: Página Inicial > Esporte > 2014 > 07 > Definidas as oito melhores seleções da Copa do Mundo 2014

Esporte

Definidas as oito melhores seleções da Copa do Mundo 2014

Mundial de futebol

Times que passaram para as quartas de final foram os primeiros colocados de seus grupos na primeira fase
por Portal Brasil publicado: 02/07/2014 10h37 última modificação: 02/07/2014 10h48

Brasil, Colômbia, Holanda, Costa Rica, França, Alemanha, Argentina e Bélgica são as seleções que ainda estão na briga para levantar a taça da Copa do Mundo 2014. Com o fim das oitavas de final, nesta terça-feira (1º), 56 jogos já foram disputados e agora faltam apenas oito para o fim da competição.

As oito melhores equipes da Copa do Mundo de 2014 são também as oito que terminaram em primeiro lugar nos seus grupos durante a primeira fase do torneio.

A média de gols do torneio continua alta. Já foram marcados 154 gols em 56 partidas, o que dá uma média de 2,75 por jogo. É a média mais alta desde a Copa de 1982, na Espanha, que teve 2,8. Na Alemanha-2006, a média foi de 2,29 gols por jogo. No último Mundial, na África do Sul, em 2010, o número caiu para 2,26, a segunda pior da história das Copas.

Além disso, o número total de gols marcados na Copa de 2014 também já superou as duas últimas edições. Embora ainda faltem oito partidas para o fim do Mundial, os 154 gols marcados até agora superam as marcas da Copa de 2006, que teve 147 gols em 64 jogos, e da Copa da África do Sul, com 141 gols em 64 jogos. 

Recorde histórico
Outra marca dessa Copa do Mundo é o equilíbrio entre as seleções. As oitavas de final do Mundial do Brasil bateram o recorde histórico de número de prorrogações: cinco dos oito confrontos precisaram do tempo extra para se definirem. É o maior número desde que o sistema foi adotado, em 1986. Na Copa de 1990, quatro partidas das oitavas de final foram para a prorrogação.

Nas prorrogações desta Copa, sete gols foram marcados. E dois dos jogos acabaram tendo de ser decididos nos pênaltis: Brasil x Chile e Costa Rica x Grécia. A Costa Rica, por sinal, continua sendo a sensação do torneio. Após eliminar Inglaterra e Itália na fase de grupos, os costarriquenhos passaram por mais um europeu, venceram os gregos por 5 a 3 nos pênaltis, após o empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, e chegaram pela primeira vez em sua história às quartas de final de um Mundial.

A seleção da América Central também é o único time fora da América do Sul e da Europa que ainda está vivo na competição. Entre os oito melhores, são três sul-americanos e quatro europeus, além dos costarriquenhos. A África, que havia chegado com dois times nas oitavas, viu Nigéria e Argélia se despedirem. A América do Norte, também com duas seleções entre as 16 melhores, acabou sem nenhuma com as eliminações de México e Estados Unidos. Grécia e Suíça se despediram entre os europeus e Chile e Uruguai deram adeus entre os sul-americanos. 

O melhor ataque da competição até agora é dos holandeses, que marcaram 12 gols. Bélgica, Colômbia, França e Costa Rica dividem o posto de melhor defesa, com dois gols. A Colômbia, no entanto, é o time mais equilibrado: tem o segundo melhor ataque, com 11 gols, e levou apenas 2, somando 9 de saldo. Além disso, o próximo adversário do Brasil conta com James Rodríguez, artilheiro do torneio até aqui com cinco gols marcados.

Entre os estádios que mais viram gols, a Arena Fonte Nova, em Salvador, se destaca. Nada menos do que 24 gols saíram no gramado baiano. A média é de incríveis 4,8 gols por jogo. O Beira-Rio, em Porto Alegre, vem logo atrás. Foram 22 gols em cinco partidas, com média de 4,4.

Heróis improváveis
As oitavas de final também tiveram alguns heróis improváveis. No Mineirão, o goleiro Julio César, que ainda sofria com a eliminação na Copa de 2010, deu a volta por cima de vez ao defender duas cobranças de penâlti do Chile e ajudar o Brasil a passar de fase. Com isso, mais uma cena entrou para a coleção de momentos marcantes da Copa: o choro do goleiro e dos jogadores brasileiros, um misto de alegria, desabafo e alívio de pressão.

No caso da Holanda, o herói saiu do banco de reservas. O time europeu perdia por 1 a 0 para o México até o fim do jogo no Castelão, Fortaleza, quando o atacante Klaas-Jan Huntelaar entrou em campo no lugar de Robin Van Persie. Em alguns minutos, ele participou do gol de empate, marcado por Wesley Sneijder, e cobrou o pênalti sofrido por Arjen Robben, que deu a vitória e a classificação aos holandeses.

No Mané Garrincha, em Brasília, a França tomava um sufoco da Nigéria até que o volante Paul Pogba, de apenas 21 anos, acertou uma cabeçada para as redes, marcou o seu primeiro gol na Copa do Mundo e abriu o caminho para a vitória por 2 x 0 dos franceses. Depois, o nigeriano Yobo acabou desviando uma bola para o próprio gol e marcou contra o segundo tento dos franceses.

A Argentina, que havia contado com quatro gols de Lionel Messi para vencer seus três jogos na primeira fase, acabou vendo Ángel Di María balançar as redes contra a Suíça, na prorrogação, evitando a disputa por pênaltis e garantindo a passagem para às quartas de final. Até então apagado no Mundial, Di María teve boa atuação diante dos suíços e acabou premiado ao receber assistência de Messi e rolar a bola para o gol defendido pelos suíços na Arena Corinthians, em São Paulo. Foi o primeiro gol do atacante do Real Madrid na Copa do Mundo.

Próxima fase

As quartas de final começam na sexta-feira (4), quando a França encara a Alemanha a partir das 13h, no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ).

No mesmo dia, o Brasil entra em campo para enfrentar a Colômbia, às 17h, no Castelão, em Fortaleza (CE). No sábado, é a vez de Argentina e Bélgica disputarem uma vaga nas semifinais a partir das 13h, no Mané Garrincha, em Brasília (DF). Por fim, Holanda e Costa Rica medem forças em partida marcada para as 17h, na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA).

Fonte:
Portal da Copa

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Tocha olímpica visita a Rota do Descobrimento na Bahia
Chama começou o dia na Rota do Descobrimento em ‎Eunápolis, passou por Itapetinga, a Cidade do Boi Gordo, e encerrou o dia em Vitória da Conquista
Ministro do Esporte visita instalações do Parque Olímpico da Barra da Tijuca
Leonardo Picciani visitou as instalações do Parque Olímpico da Barra da Tijuca, que já tem 88% das obras concluídas
Caio Sena conta como se prepara para Olimpíadas no Brasil
Conheça a história de Caio Sena. Aos 24 anos, o atleta de marcha atlética qualificado para as Olimpíadas Rio 2016, vive o sonho de disputar os jogos no Brasil.
Chama começou o dia na Rota do Descobrimento em ‎Eunápolis, passou por Itapetinga, a Cidade do Boi Gordo, e encerrou o dia em Vitória da Conquista
Tocha olímpica visita a Rota do Descobrimento na Bahia
Leonardo Picciani visitou as instalações do Parque Olímpico da Barra da Tijuca, que já tem 88% das obras concluídas
Ministro do Esporte visita instalações do Parque Olímpico da Barra da Tijuca
Conheça a história de Caio Sena. Aos 24 anos, o atleta de marcha atlética qualificado para as Olimpíadas Rio 2016, vive o sonho de disputar os jogos no Brasil.
Caio Sena conta como se prepara para Olimpíadas no Brasil

Últimas imagens

Funcionários participam da operação de acessibilidade para preparar o Aeroporto de Guarulhos para os Jogos Rio 2016
Funcionários participam da operação de acessibilidade para preparar o Aeroporto de Guarulhos para os Jogos Rio 2016
Divulgação/Brasil 2016
Atletas brasileiros farão aclimatação antes dos Jogos no Centro de Treinamento de São Paulo
Atletas brasileiros farão aclimatação antes dos Jogos no Centro de Treinamento de São Paulo
Foto: Roberto Castro/ME
Pira olímpica acesa após o revezamento em Aracaju. Chama segue neste domingo para Alagoas
Pira olímpica acesa após o revezamento em Aracaju. Chama segue neste domingo para Alagoas
Foto: Francisco Medeiros/Brasil 2016
Popole Misenga e Yolande Mabika fugiram de conflitos na República Democrática do Congo em 2013 e tentam reconstruir a vida no Brasil
Popole Misenga e Yolande Mabika fugiram de conflitos na República Democrática do Congo em 2013 e tentam reconstruir a vida no Brasil
Divulgação/Brasil 2016

Governo digital