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Esporte

Ex-jogadora entrega pedido de profissionalização do futebol feminino

Regularização

Atleta enviou pedido à ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres, para que seja elaborado um projeto de lei que trate do assunto
por Portal Brasil publicado: 18/07/2014 15h28 última modificação: 18/07/2014 15h28

Representante da Liga Brasileira de Futebol Feminino, Rose do Rio entregou, nessa quinta-feira (17), à ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres, Eleonora Menicucci, pedido para que seja elaborado um projeto de lei que trate da profissionalização do futebol feminino, que é reconhecido como categoria desde 1982. A expectativa é que a lei possa garantir direitos trabalhistas para as jogadoras, tais como aposentadoria.

Rose do Rio criou uma petição online no site Change.org para angariar apoio à causa e até agora, já tem mais de 20 mil assinaturas.

O texto aponta que muitas atletas, inclusive olímpicas e de competições internacionais, mesmo após darem orgulho ao País, sobrevivem vendendo bala. A profissionalização garante os direitos trabalhistas, a aposentadoria e, principalmente, a dignidade.

Segundo a ex-jogadora e hoje técnica de futebol, o ato de hoje se deve à luta em defesa do esporte, que tem sido efetivada há décadas, mas também à mobilização online. “É o único meio de fazer com que as autoridades percebam a importância do futebol feminino no Brasil e o que está acontecendo no futebol feminino”, afirmou, acrescentando que a liga reivindica que haja departamentos na secretaria e também no Ministério do Esporte voltados ao tema.

Petições como a apresentada por Rose têm se multiplicado pela internet. Apenas o Change.org, plataforma lançada no Brasil em 2012, recebe por mês, em média, 200 novas petições, vindas dos mais de 2 milhões de usuários cadastrados no site, segundo a diretora de campanhas da empresa no Brasil, Graziela Tanaka. Em julho, quando o Brasil recebeu a Copa do Mundo de Futebol, esse número foi ampliado para 700.

“Foi muito bacana, porque era todo tipo de petição, desde para mostrar o exoesqueleto até pedindo que determinada banda tocasse na final”, relata Graziela, que destacou o grande número de petições em defesa dos direitos humanos. Parte delas, inclusive, foi criada por pessoas que vivem fora do Brasil, como a que pede que a Rússia não seja a sede da próxima Copa por conta das ações contra homossexuais.

No site, é possível ver todas as petições. Uma delas pede a construção de um monumento em homenagem aos operários que morreram na construção dos estádios da Copa. A outra, a proteção da espécie do tatu-bola que acabou virando mascote do Mundial. Há também pessoas que pedem a volta dos barraqueiros que trabalhavam no entorno do Estádio Mineirão, em Minas Gerais, e uma outra traz solicitação para que o governo federal entrasse “em campo” para defender direitos de crianças e adolescentes. Ao todo, as 767 petições criadas sobre temas relacionados à Copa foram assinadas por mais de 532 mil.

Fonte:
Agência Brasil

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