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Esporte

Primeiro dia do Troféu Finkel de natação apresenta recordes

Guaratinguetá

Competição é preparatória para Campeonato Mundial em Piscina Curta, que será em dezembro, no Catar
por Portal Brasil publicado: 02/09/2014 16h25 última modificação: 02/09/2014 16h25

O Troféu José Finkel de natação começou na segunda-feira (1º) em Guaratinguetá (SP), e já registrou dois recordes sul-americanos femininos e oito índices para o Campeonato Mundial em Piscina Curta, que será disputado em Doha, no Catar, entre 2 e 6 de dezembro.

Nesta edição, o Troféu José Finkel contou com a prova de 100m medley, para que os brasileiros pudessem tentar índice para o Mundial de Doha. No primeiro dia, Thiago Pereira (52s45) e Thiago Simon (53s07) conseguiram fazer um tempo abaixo do índice estabelecido, 53s14.

“Vim de uma competição muito forte e estava ansioso pra fazer o índice para o Mundial de Doha que é o meu próximo objetivo. Agora que consegui no primeiro dia estou mais tranquilo. Estou inscrito ainda em mais três provas de revezamento, mas ainda estou cansado da viagem. Estou num período de mudança, mas estou tranquilo para analisar o que é melhor pra mim. Sei o que tenho aqui no Brasil e vou ver as propostas que vieram de fora. Vi que no Pan-Pacífico o grupo do Brasil está muito forte. É um trabalho que venho tentando reforçar desde os Jogos Sul-Americanos (no Chile, em março) e quanto mais a equipe estiver unida, melhores os resultados”, disse Thiago Pereira.

O tempo individual dos 200m livre colocou os dois revezamentos no Mundial de Doha. No feminino, Larissa Oliveira (1m56s54), Jessica Cavalheiro (1m56s79), Manuella Lyrio (1m56s99) e Julia Volkmann (1m59s11) somaram 7m48s90, contra os 7m51s33 estipulados. Entre os homens, João de Lucca (1m43s19 das eliminatórias), Nicolas Oliveira (1m43s74), Gustavo Godoy (1m45s39) e Federico Gabrich (1m45s55) totalizaram 6m58s55, batendo a marca de 7m04s96.

Os revezamentos 4x50m livre encerraram as finais A do primeiro dia com as duas primeiras equipes femininas, Minas Tênis Clube (1m38s04) e Sesi/SP (1m39s85), superando o recorde sul-americano da prova, de 1m40s12.

O time do Minas, formado por Carolina Bergamaschi, Frederike Heemskerk, Roberta Albino e Lorrane Ferreira, ganhou o bônus de pontuação pelo recorde, mas o tempo que será homologado é o do Sesi, pois Frederike é holandesa. A equipe de Belo Horizonte bateu também o recorde de campeonato de 2012 (1m38s52), que pertencia ao Flamengo, mas que também não foi homologado como marca do continente por ter no time atleta de outro país.

A nadadora do time mineiro, Carolina Bergamaschi analisou o primeiro dia de competição e vê um crescimento da natação feminina. “A natação masculina do Brasil já está num nível mundial, mas a feminina agora está crescendo para diminuir a diferença. Acredito que já no ano que vem vamos ter resultados ótimos das nadadoras brasileiras.

Etiene Medeiros bateu o recorde sul-americano dos 100m costas, com 57s53, que pertencia a Fabíola Molina desde 2009. Nas finais, a atleta marcou 57s76. Guilherme Guido, que fez o tempo para o Mundial nas eliminatórias (50s50), melhorou a marca para as finais, marcando 50s49.

No 4x50m livre masculino, o Minas Tênis Clube (Felipe Martins, Cesar Cielo Filho, Fernando Silva e Ítalo Duarte) completou em 1m25s29, ficando a apenas um centésimo do recorde brasileiro (1m25s28). Cesar Cielo explica que a prova foi boa para abrir a competição e falou sobre os bons resultados do País nos recentes eventos internacionais.

“Foi uma prova boa para quebrar o gelo e começar a competição. Ficamos a apenas um centésimo do recorde, mas foi legal. A competição está com esses blocos de partida que estão entre os melhores do mundo e isso é bacana, pois já deu outro nível para as provas. Quanto aos resultados recentes, os brasileiros nadaram muito bem os Jogos Olímpicos da Juventude e vejo que não vai ter um espaço tão grande entre uma geração que consegue chegar nas medalhas internacionais e outra, como aconteceu na transição do Gustavo Borges e do Xuxa (Fernando Scherer) até a gente. Mas eu espero ainda estar no páreo por mais alguns anos e para 2016 estar no revezamento 4x100m livre, que acho que vai ser muito forte para o Brasil”, analisou Cesar.

Fonte:
Brasil 2016

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