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Esporte

Adrianinha anuncia aposentadoria da seleção de basquete após 20 anos

Despedida

Armadora participou de quatro edições dos Jogos Olímpicos; agora, despede-se com marca de 1.113 pontos anotados
por Portal Brasil publicado: 02/10/2014 16h07 última modificação: 02/10/2014 16h07

Depois de 20 anos defendendo a seleção brasileira de basquete, a armadora Adrianinha anunciou sua aposentadoria da equipe. Aos 35 anos, a jogadora se despediu no Campeonato Mundial da Turquia. O Brasil foi eliminado nesta terça-feira (1º) ao perder para a França, por 61 x 48, nas oitavas de final.

Adrianinha já havia anunciado que deixaria as quadras com a camisa da seleção em 2012, após os Jogos Olímpicos de Londres. Agora, no entanto, ela diz que não volta atrás na decisão.

“Desta vez é para valer. Em 2012, havia anunciado que era hora de parar, mas o Zanon (técnico) me chamou para participar de um projeto de renovação e voltei. Estou com 35 anos, tenho uma filha de oito e quero ter mais um. O que eu podia fazer para contribuir, eu fiz. Agora é a vez dessa meninada que está vindo aí. Foi uma honra ter participado deste processo de renovação”, comentou a armadora.

Ao longo da carreira, Adrianinha coleciona grandes feitos com a camisa verde e amarela. Ela participou da campanha que assegurou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Sydney 2000 e se despede da equipe com a marca de 1.113 pontos em 127 jogos oficiais.

“Levo só coisas boas. Foi com a seleção que conheci minha melhor amiga, a Alessandra, e onde tive muitas experiências gratificantes. Conheci o mundo viajando com o basquete e tive a honra de disputar quatro Olimpíadas e quatro Mundiais. Foi por causa da seleção que realizei o sonho de jogar na WNBA. Só tenho a agradecer”, avaliou Adrianinha.

Mesmo com a carreira chegando ao fim dentro de quadra, a jogadora não pensa em deixar o basquete e já projeta o futuro na modalidade. “Quero me dedicar aos projetos no Brasil, aprender a ser técnica e ensinar basquete. Já fiz dois cursos da Escola de Treinadores da CBB e estou fazendo um curso no COB sobre os fundamentos da administração esportiva. Vou me preparar para todas as oportunidades que aparecerem. O basquete feminino precisa de mais gente lutando pelas atletas”, contou.

Fonte:
Brasil 2016

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