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São Caetano do Sul e região discutem o legado dos Jogos de 2016

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Palestra do ministro do Esporte vai abordar desafios da preparação das equipes que vão defender o Brasil nas competições olímpicas
por Portal Brasil publicado: 17/10/2014 15h58 última modificação: 17/10/2014 15h58

O esporte brasileiro para além dos Jogos Olímpicos de 2016 é o tema da palestra que o secretário de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, faz para a comunidade esportiva de São Caetano do Sul e região nesta sexta-feira (17) no Auditório da Secretaria de Esporte e Turismo do município.

Ele vai abordar os desafios da preparação das equipes que vão defender o Brasil nas competições olímpicas, o investimento, a infraestrutura, e as iniciativas conjuntas que vêm sendo desenvolvidas com as entidades, os clubes e os governos. O ponto central da discussão é o legado que os Jogos Olímpicos e os Jogos Paralímpicos deixarão para o esporte brasileiro.

Ao lembrar que a meta brasileira é ficar entre as dez principais potências esportivas do mundo no Rio 2016, o secretário explica que “o objetivo é que os Jogos Olímpicos do Rio sejam o início de um novo ciclo de crescimento do esporte brasileiro, não o ápice do nosso desempenho”. No caso dos esportes paraolímpicos, a meta do país é classificar-se entre os cinco primeiros colocados.

Leyser vai falar sobre os frutos que o esporte brasileiro começa a colher como resultado da preparação para os Jogos Olímpicos de 2016.  O País registra recorde de atletas subindo ao pódio em competições internacionais, novos talentos surgindo em esportes pouco conhecidos no Brasil e bom desempenho de modalidades sem histórico de grandes conquistas no cenário mundial – resultado de um crescimento que começou em 2001, com a aprovação da Lei Agnelo/Piva, ganhou fôlego com a criação do Ministério do Esporte, em 2003, e se intensificou após a vitória na disputa pela sede dos Jogos Olímpicos de 2016, em 2009.

Esse desempenho histórico é decorrente de planejamento conjunto e investimentos crescentes de diversas fontes, como a Lei de Incentivo ao Esporte, a arrecadação das loterias, os patrocínios de empresas públicas e o Orçamento Geral da União. A isso se somam aportes de prefeituras, governos de estado e patrocinadores privados.

Segundo o secretário, a conquista da sede olímpica propiciou um programa de legado que já está em curso. “A estruturação das modalidades e a renovação da infraestrutura esportiva, materializada na Rede Nacional de Treinamento que está sendo constituída em todas as regiões do País, são alguns dos legados dos Jogos Olímpicos para o esporte brasileiro.”

Para assegurar que o crescimento seja perene, há outras medidas em andamento, entre as quais o provimento de novos equipamentos e materiais para as modalidades, contratação de equipes técnicas e multiprofissionais que atendem às seleções principais e as de base, participação das equipes em competições e treinamentos fora do País, realização de campeonatos de base, formação de técnicos e outros profissionais e incremento da ciência e tecnologia do esporte. “É hora de enfrentar os grandes desafios e aproveitar essa oportunidade histórica trazida pelos Jogos Olímpicos de 2016”, diz Leyser.

Fonte:
Ministério do Esporte

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