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Seletiva Olímpica define 25 vagas neste sábado (13)

Judô

Feminino terá 15 atletas classificadas, enquanto no masculino serão 10. Objetivo é formar equipe para todos campeonatos
por Portal Brasil publicado: 12/12/2014 13h12 última modificação: 12/12/2014 13h12
Divulgação/CBJ 98 atletas, de 17 federações, disputarão, no Rio de Janeiro, 25 vagas na equipe de elite do judô brasileiro

98 atletas, de 17 federações, disputarão, no Rio de Janeiro, 25 vagas na equipe de elite do judô brasileiro

A Confederação Brasileira de Judô (CBJ) realiza, neste sábado (13), na Escola de Educação Física do Exército (Esefex), na Urca, Rio de Janeiro, a terceira e última etapa da seletiva olímpica Rio 2016.

Ao todo, 98 atletas, de 17 federações, disputarão 25 vagas na equipe de elite do judô brasileiro.

Serão 15 classificados no feminino e dez no masculino. A Seletiva Rio 2016 começará às 9h e tem previsão de término para as 17h30.

A disputa começará pelos pesos mais leves avançando até os mais pesados, que fecham a competição já no período da tarde.

A Seleção Brasileira principal trabalha com três atletas por categoria, ou seja, 42 nomes compõem a equipe de elite do judô brasileiro.

Desses 42 atletas, 17 já foram dispensados da Seletiva por serem medalhistas olímpicos ou estarem dentro da zona de ranqueamento olímpico (até o 22º lugar no masculino e o 14º no feminino) na atualização do ranking mundial de quatro de novembro.

São eles: Felipe Kitadai (60kg), Eric Takabatake (60kg), Charles Chibana (66kg), Alex Pombo (73kg), Marcelo Contini (73kg), Victor Penalber (81kg), Leandro Guilheiro (81kg), Tiago Camilo (90kg), Luciano Correa (100kg), Rafael Silva (+100kg), David Moura (+100kg), Sarah Menezes (48kg), Érika Miranda (52kg), Rafaela Silva (57kg), Ketleyn Quadros (57kg), Mayra Aguiar (78kg) e Maria Suelen Altheman (+78kg).

Dessa forma, restam 25 vagas em disputa, que serão definidas na Seletiva Olímpica deste sábado (13).  “A última seletiva que fiz no Brasil foi em 2011, quando entrei na Seleção Brasileira. De lá pra cá aconteceram muitas coisas e adquiri bastante experiência. Podem ter certeza que vou colocá-las todas em prática no sábado. Estou muito feliz de poder estar lutando e buscando meu sonho. Vamos com tudo”, avisou Diego Santos, que vai buscar a permanência entre os atletas do superligeiro, categoria que terá apenas uma vaga em disputa.

Representante do Brasil nos últimos Mundiais e nos Jogos de Londres 2012, Mariana Silva tentará ficar com uma das três vagas na categoria até 63 kg. “Desde o início da temporada venho treinando muito forte e a preparação para a Seletiva não foi diferente. Nessa reta final, fiz treinos mais específicos para cada adversária porque sei que a competição é forte. Minha expectativa é muito positiva”, declarou.

A necessidade de se formar uma equipe com esse número de atletas tem uma explicação simples: são inúmeras competições durante o ano e o Brasil precisa estar bem representado em todas.

Normalmente, um atleta do nível de Seleção Brasileira defende entre cinco e sete instituições em diferentes competições ao longo do ano.

Hoje, só com a Seleção, um atleta passa, em média, 127 dias viajando, seja para treinamentos — nove ao longo do ano — ou para as seis competições das quais participa.

“As instituições entenderam que nós tínhamos o know-how para fazer esse planejamento. E isso deu certo já que tivemos recordes de medalhas no Mundial Militar, na Universíade e no Mundial de Judô em 2013. Fora o número de lesões graves entre os atletas de alto rendimento que foi muito pequeno”, ressaltou Ney Wilson, gestor de alto rendimento.

Fonte:
Brasil 2016

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