Esporte
Governo busca maneiras de manter a Universíade 2019 em Brasília
Jogos universitários
Ministro George Hilton e o Cafu falam sobre os rumos do esporte brasileiro
O ministro do Esporte, George Hilton, recebeu em audiência o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, na terça-feira (20) para buscar uma forma de manter a Universíade 2019 em Brasília.
Em 2013, a capital federal foi escolhida como sede, mas, por falta de recursos, o governo do DF suspendeu o evento.
A Universíade é o maior evento esportivo universitário organizado pela Federação Internacional do Desporto Universitário (Fisu), e deverá reunir mais de 10 mil atletas, de 150 países.
A proposta original, apresentada pelo GDF, em 2013, era de construir 22 locais de competição espalhados pela cidade e reformar áreas como o ginásio Cláudio Coutinho e o Centro Olímpico da Universidade de Brasília (UnB).
Pentacampeões
Também na terça-feira (20), em Brasília, o ministro do Esporte recebeu os pentacampeões mundiais de futebol com a seleção brasileira Cafu e Edmílson. Os ex-jogadores realizam trabalhos sociais e educacionais voltados para crianças e jovens do país.
“As ideias do ministro são praticamente as mesmas que temos para melhorar o esporte brasileiro, com o intuito de resgatar o que temos de melhor e valorizar os nossos atletas”, disse Cafu.
“Na reunião nós falamos de tudo um pouco. De esporte social, Olimpíadas, do que passou na Copa de 2014 e do legado dos megaeventos esportivos. Falamos de forma geral sobre o que o ministro vai enfrentar pela frente durante a gestão do esporte brasileiro”, acrescentou o capitão do penta.
Atualmente, a fundação liderada por Cafu atende 750 crianças, de 13 a 17 anos. O foco da entidade é a integração social, para que os jovens tenham oportunidades pessoais e profissionais.
“A nossa missão é formar cidadãos, para termos homens e mulheres para o futuro. Se conseguirmos formar alguns atletas será ótimo, mas o objetivo é fazer com que as crianças tenham uma direção e possam integrar a sociedade de forma igual por meio de curso profissionalizante, reforço escolar, brinquedoteca e curso de inglês”, explicou o ex-jogador.
Um dos integrantes do time que conquistou o título do Mundial, na Coreia e Japão, em 2002, Edmílson desenvolve atualmente trabalhos voltados para a parte pedagógica.
“O ministro se encontrou hoje com dois pentacampeões e não é todo dia que isso acontece. Cafu tem o seu trabalho social e eu tenho a Fundação Edmílson, em Taquaritinga, interior paulista, onde atendo cerca 350 crianças. Corre na nossa veia o sangue educacional, porque saímos de comunidade carente e sabemos valorizar ações voltadas para o social”, ressaltou Edmílson.
Fonte:
Ministério do Esporte
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