Esporte
Meta do basquete brasileiro em 2016 é o pódio Olímpico
Projetos
A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) traçou uma meta ousada, nas palavras do presidente Carlos Nunes, para as Olimpíadas de 2016: o pódio na disputa tanto no masculino quanto no feminino.
Em encontro, nesta terça-feira (10), com o ministro do Esporte, George Hilton, o dirigente tratou de projetos para a modalidade.
“A gente já tem um patrocínio privado e precisamos de uma segunda parceria, até porque o nosso projeto é ousado, queremos o pódio no masculino e no feminino”, projetou Nunes, para detalhar o planejamento das seleções nacionais.
“O que nos falta são mais jogos internacionais. Temos já programados para este ano o Super Four masculino e feminino. Estarão os dois países que já organizam o torneio, Brasil e Argentina, e sempre convidamos países de ponta.O masculino está praticamente acertado que será em Brasília”, disse o presidente.
A estrutura do basquete brasileiro também teve um impulso recente, com a entrega de kits – com piso flutuante, apontadores, tabelas e placares – por meio de convênio entre o Ministério do Esporte, a CBB e a Liga Nacional de Basquete (LNB).
Carlos Nunes destacou a importância dos recursos para o desenvolvimento da modalidade. “Todos os contemplados já estão usando os kits nos ginásios e agora nós estamos pleiteando mais dez kits, porque são 27 federações. Isso também é um legado que o Ministério está deixando para o basquete nacional, tendo em vista as Olimpíadas”, afirmou o dirigente.
“Temos projeto para escola de treinadores e a Copa Brasil, que envolve todos os clubes que não participam da NBB nos 27 estados”, concluiu Nunes.
Outros seis convênios com o ministério somam R$ 14,8 milhões para a preparação das seleções feminina e masculina adultas e sub-19, cursos da Escola Nacional de Treinadores de Basquete e locação de software de estatísticas.
Fonte:
Ministério do Esporte
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons
CC BY ND 3.0 Brasil

















