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Quinze pistas de atletismo foram concluídas em 11 estados

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Projetos integram a Rede Nacional de Treinamento e receberam R$ 70,7 milhões do governo federal. Outras 30 pistas estão previstas
por Portal Brasil publicado: 01/04/2015 17h39 última modificação: 01/04/2015 17h39
Divulgação/Danilo Borges/ME Nova pista da UFSC: espaço servirá, além dos treinos, para competições nacionais e internacionais

Nova pista da UFSC: espaço servirá, além dos treinos, para competições nacionais e internacionais

Quinze pistas de atletismo entregues em 11 estados brasileiros. Nove delas já incluídas entre as opções oferecidas pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016 para aclimatação de delegações estrangeiras antes das competições. Os projetos de construção ou reforma receberam investimento de R$ 70,7 milhões do Ministério do Esporte. Eles integram a Rede Nacional de Treinamento, aposta do governo federal como legado de infraestrutura esportiva e de nacionalização dos efeitos dos Jogos Rio 2016.

A mais recente instalação a compor a lista é a pista da Universidade Federal de Santa Catarina, inaugurada na última semana. Com oito raias e 400 metros de extensão e investimento de R$ 7,7 milhões  a pista foi projetada para obter certificação classe 2 da IAAF (Associação Internacional das Federações de Atletismo, na sigla em inglês).  

Em parceria com governos estaduais e municipais, universidades, clubes, federações e com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), o governo federal repassa recursos do Orçamento Geral da União e via Lei de Incentivo ao Esporte para obras, equipagem e operação das pistas de atletismo.

Além das instalações já entregues, outras 30 pistas estão previstas. Algumas delas em estágio avançado de obras, outras em fase de elaboração de projetos e outras em processo de licitação. Apenas em universidades – federais ou estaduais – o investimento total é estimado em R$ 160 milhões, levando em conta as estruturas já entregues e as por finalizar.

Em geral, as pistas podem abrigar provas de corrida, saltos (em altura, distância e triplo), arremesso de peso e lançamentos de dardo, martelo e disco.

“A nossa intenção é que, com o passar dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, essa rede nos permita democratizar e popularizar o esporte para a base. Teremos os Centros de Iniciação ao Esporte e, também, outras estruturas menores que vão contar com o suporte tanto do Centro Olímpico de Treinamento, no Rio de Janeiro, como dos centros de treinamento que vamos criar nos estados”, afirma o ministro do Esporte, George Hilton.

“As pistas podem contribuir de forma excepcional para a popularização do atletismo, se forem abertas para atletas treinarem e para as atividades das federações, de forma a se ter escolinhas e a sequência de treinamento nas diversas categorias. A utilização se dará em função da necessidade de cada federação, tanto para treinamento como para a realização de competições”, diz Martinho Santos, superintendente técnico da CBAt.

Nacionalização

Em processo de estruturação, a Rede Nacional de Treinamento pretende interligar as diversas instalações existentes ou em construção em todo o País. A rede contará com diferentes padrões de estruturas e atenderá dezenas de modalidades, desde a fase de detecção e formação de talentos até o treinamento de atletas e equipes olímpicas e paraolímpicas.

“Estamos construindo um legado em todo o País e, com isso, vamos nacionalizar o benefício dos Jogos, que vai ter impacto grande na democratização do esporte. As pessoas terão acesso às condições adequadas para a prática esportiva e isso vai reduzir a desigualdade entre as regiões. Essas ações estão espalhadas em projetos que vão desde o esporte de base até o altíssimo rendimento”, afirma Ricardo Leyser, secretário executivo do Ministério do Esporte.

A Rede Nacional de Treinamento também será integrada pelos Centros de Iniciação ao Esporte (CIEs), sendo que 150 deles terão minicomplexos de atletismo de 100 metros, com área para saltos e lançamentos.

Os CIEs servirão para a iniciação à prática esportiva, identificação de talentos e formação de atletas em modalidades olímpicas e paraolímpicas, mantendo conexão com escolas e núcleos de esporte social e comunitário. O governo federal está investindo mais de R$ 600 milhões na construção desses centros, que compõem o PAC2.

Confira a lista de instalações concluídas:

Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Universidade Federal de Goiás (UFG)
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Universidade da Força Aérea - Rio de Janeiro (RJ)
Universidade de São Paulo (USP)
Arena Caixa - São Bernardo do Campo (SP)
Cete - Porto Alegre (RS)
Centro Esportivo Santos Dumont – Recife (PE)
Vila Olímpica - Maringá (PR)
Centro de Capacitação Física do Exército - Rio de Janeiro (RJ)
Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes - Rio de Janeiro (RJ)

Fonte:
Portal Brasil

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