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Vôlei de praia masculino perde na final e fica com a prata

Vôlei

Em decisão tensa, brasileiros não conseguiram abrir vantagem diante dos mexicanos, e ficaram atrás do placar
por Portal Brasil publicado: 22/07/2015 16h44 última modificação: 22/07/2015 16h44

O Brasil conquistou a medalha de prata no vôlei de praia masculino dos Jogos Pan-Americanos de Toronto 2015. Álvaro Filho e Vítor Felipe foram surpreendidos pelos mexicanos Rodolfo Ontiveros e Juan Virgen e acabaram derrotados, nesta terça-feira (21), por 2 sets a 1, com parciais de 21/18, 13/21 e 15/8. O bronze ficou com os cubanos Nivaldo Diaz e Sérgio Gonzalez, que bateram os chilenos Esteban Grimalt e Marco Grimalt (2x1).

É a sexta medalha masculina de prata em Jogos Pan-Americanos: ouro no Rio de Janeiro, em 2007, com Ricardo e Emanuel, e em Guadalajara, em 2011, com Alison e Emanuel; prata em Winnipeg, em 1999, com Adriano e Luís Barbosa, e em Santo Domingo, em 2003, com Luizão e Paulo Emílio; e bronze em Winnipeg, com Franco e Roberto Lopes.

Final

A melhor qualidade técnica de Álvaro Filho e Vítor Felipe prevaleceu, eles cresceram na hora certa, viraram o placar e venceram o primeiro set por 21/18, em 22 minutos. Poém, Ontiveros e Virgen aproveitaram os erros dos brasileiros para vencer o segundo set com facilidade: 21/13. Álvaro, então, sentiu uma lesão nas costas e passou a jogar no sacrifício. No tie-break, a dupla brasileira sofreu um apagão e acabou derrotada por 15/8.

Para Vítor Felipe, essa medalha de prata tem saber de ouro. "Claro que queríamos sair daqui com o título. Mas temos que ser grandes para reconhecer que eles foram melhores. Por tudo que fizemos nesse campeonato, essa prata é como um ouro para gente", disse o brasileiro.

Paraibanos, Alvinho e Vítor Felipe são parceiros desde 2006, nas categorias de base. Conquistaram duas vezes o vice-campeonato mundial sub-21 (2009 e 2010) e o tricampeonato brasileiro na mesma categoria (2008, 2009 e 2010). Eles se separaram em 2011, tentaram outros companheiros e, em setembro de 2014, retomaram a dupla.

"Valeu. Jogamos bem todo o campeonato, mas vacilamos na final. Vôlei de praia é assim. Conheço o Vítor desde pequeno. Sabemos que não estivemos em uma noite inspirada hoje, mas essa medalha é muito importante para nós", comentou Álvaro, vice-campeão Mundial em 2013, quando jogava ao lado de Ricardo.

Vigésima segunda colocada no ranking da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), a dupla ocupa o quarto lugar entre os brasileiros na corrida por uma vaga olímpica – atrás de Alison/Bruno Schmidt, Evandro/Pedro Solberg e Ricardo/Emanuel. Sem desistir de disputar o torneio do Rio de Janeiro, em 2016, mas cientes de que o sonho está distante, Alvinho e Vítor Felipe abriram mão de participar de duas etapas do Circuito Mundial para representarem o País no Pan.

Investimentos

Na história dos Jogos Olímpicos, entre homens e mulheres, o vôlei de praia soma 11 medalhas (dois ouros, seis pratas e três bronzes), uma das modalidades mais vitoriosas do Brasil. A modalidade conta com forte apoio do governo federal. No total, entre Bolsa-Atleta e Bolsa Pódio, são 82 beneficiados e um investimento anual de R$ 2,36 milhões.

Além disso, entre 2010 e 2013, seis convênios da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) com o Ministério do Esporte foram responsáveis por mais R$ 24,35 milhões, aplicados no desenvolvimento do esporte. Soma-se a isso mais de R$ 3,5 milhões destinados à CBV em 2014, via Lei Agnelo/Piva.

Campanha da prata

Brasil 2 x 0 Aruba

Brasil 2 x 1 Venezuela

Brasil 2 x 0 México

Brasil 2 x 0 Uruguai

Brasil 2 x 0 Cuba

Brasil 1 x 2 México

Fonte

Brasil 2016

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