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Vila Olímpica reúne crianças e atletas medalhistas

Educação

Rio de Janeiro tem 21 Vilas Olímpicas. Elas atendem cerca de 35 mil crianças, jovens, adultos, idosos e pessoas com deficiência
por Portal Brasil publicado: 18/09/2015 15h14 última modificação: 18/09/2015 15h14
Fernando Frazão O medalhista paralímpico, Clodoaldo Silva, e a ginasta campeã mundial Daiane dos Santos, visitam crianças da Vila Olímpica Artur da Távola, em Vila Isabel, na zona norte do Rio

O medalhista paralímpico, Clodoaldo Silva, e a ginasta campeã mundial Daiane dos Santos, visitam crianças da Vila Olímpica Artur da Távola, em Vila Isabel, na zona norte do Rio

Crianças e jovens que praticam atividades esportivas e de lazer na Vila Olímpica Artur da Távola, em Vila Isabel, zona norte do Rio de Janeiro, receberam nesta quarta-feira (16) a visita da ginasta campeã mundial Daiane dos Santos e do nadador campeão paralímpico Clodoaldo Silva. Os dois atletas participaram de uma conversa sobre educação ambiental e de atividades relacionadas a conservação de energia, prevenção de queimadas e ao uso consciente da água.

Atualmente, o Rio de Janeiro tem 21 Vilas Olímpicas. Elas atendem a cerca de 35 mil crianças, jovens, adultos, idosos e pessoas com deficiência para a prática esportiva e de lazer. Pelo menos dez delas devem receber o projeto Furnas Educa este ano.

O encontro é resultado de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer e o projeto Furnas Educa, que pretende atender até o fim do ano 200 mil crianças e jovens em todo o País. Um dos educadores do projeto, Emílio Rodrigues Moreira Neto, disse que o trabalho é feito desde 2013 em escolas e, este ano, começou nas vilas olímpicas.

“A ideia é levar conceitos de conservação de energia, o uso racional, como ela é gerada, os tipos de geração de energia. Às vezes a pessoa não sabe que está tendo queimada em outra região e interrompe o fornecimento na sua cidade”, ressaltou Emílio.

Para o subsecretário de Esportes e Lazer, Flávio Caland, a presença dos atletas na vila olímpica reforça a mensagem transmitida.

“As crianças vêm para cá aprender esporte, mas o esporte gera educação, e elas conseguem levar para dentro da casa delas o que aprenderam aqui hoje: economia da água, economia de energia, o lixo no lugar certo, acho que isso é bem produtivo e educador para as crianças”, disse.

Segundo Daiane dos Santos, madrinha do projeto, o contato das crianças que estão iniciando nos esportes com seus ídolos incentiva os mais jovens a buscarem seus sonhos.

“A criança vai poder ver o ídolo de perto, tocar numa medalha olímpica ou paralímpica, ver as pessoas que passam na TV e já alcançaram objetivos muito grandes no seu esporte. Então, isso é um incentivo muito grande para eles continuarem treinando e para os pais também, né, porque se para a gente deu certo, para eles também pode dar, com certeza.”

Para Clodoaldo Silva, a mensagem de superação e otimismo que passa para as crianças faz com que elas mudem o olhar sobre a pessoa com deficiência. “O que eu fico mais feliz é com essa interação, esse olhar deles de não olhar o Clodoaldo 'ah, numa cadeira de rodas, coitadinho', pelo contrário, eles olham o Clodoaldo e se inspiram na minha história, independentemente se tem uma deficiência ou não”.

Alícia de Oliveira do Nascimento, de 8 anos, faz natação, badminton e judô na Vila Olímpica Artur da Távola. Ela gosta mais de natação e já tinha visto Clodoaldo pela televisão. Ao vivo, sentada bem pertinho do ídolo, prestou muita atenção na conversa. “Aprendi que o esporte ajuda as pessoas a superar todas as dificuldades que elas têm”, disse. Sobre a importância de ter consciência ambiental e economizar energia elétrica, Alícia aprendeu o que Daiane falou sobre a geladeira. “É, pensa [no que vai precisar], abre, pega e fecha”.

Fonte: Agência Brasil

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