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Organização dos Jogos Rio 2016 reforça combate ao Aedes aegypti

Olimpíada

A presença dos mosquitos cai muito na época dos Jogos, por causa da queda das temperaturas e pela diminuição das chuvas, destacaram dirigentes
por Portal Brasil publicado: 02/02/2016 18h54 última modificação: 03/02/2016 10h20

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e órgãos públicos de saúde reiteraram nesta terça-feira (2) que ações de prevenção estão sendo realizadas para erradicar criadouros do mosquito Aedes aegypti (transmissor da dengue, do zika vírus e da chikungunya) e diminuir riscos de infecção durante a competição.

"A nossa expectativa é que em julho e agosto a infestação de Aedes caia drasticamente. A recomendação do COI e do Comitê Organizador aos comitês nacionais é o uso de vestuário apropriado e, se for o caso, o  uso dos repelentes", disse o diretor de Serviços Médicos do Comitê, João Grangeiro.

"É importante dizer que alguns dos apartamentos da Vila dos Atletas terão ar condicionado e é importante manter janelas fechadas e isso pode ser uma dessa medidas [para evitar a presença do mosquito]. O mais importante são ações preventivas e efetivas que o Comitê já vem tomando junto com os órgãos de saúde para erradicação dos criadores de mosquito e a vigilância permanente das possíveis áreas onde o mosquito possa se desenvolver", afirmou.

Prevenção

O subsecretário de Vigilância e Saúde do Estado do Rio de Janeiro, Alexandre Chieppe, citou a série histórica epidemiológica de 20 anos que mostra que a presença dos vetores que transmitem o zika cai muito na época dos Jogos, por causa da queda das temperaturas e pela diminuição das chuvas. 

"Toda instalação olímpica, assim como os locais de grande aglomeração de pessoas para evento público, tornam-se pontos estratégicos. Qual a diferença? Na rotina, a gente faz visita domiciliar a cada dois meses, para orientar e eliminar possíveis criadouros. No ponto estratégico, essa visita é semanal ou quinzenal, inclusive com aplicação de produto, de larvicida e inseticida. Toda instalação olímpica é vistoriada a cada semana ou a cada 15 dias dependendo do risco de formação de criadouros do mosquito. Isso já vem acontecendo no momento das obras e vai até o momento em que os atletas começam a chegar, quando o Rio 2016 começa a fazer ações específicas", explicou.

Chieppe detalhou ainda como é feito o trabalho nas instalações. "Você elimina todas as possibilidades de criadouros do mosquito, aquela calha entupida, aquele acúmulo de água no canteiro de obra, inclusive com aplicação com veneno para fazer a eliminação de mosquitos. Várias das instalações estão próximas de áreas alagadas onde há uma grande população do mosquito Culex, que tem outra característica e não transmite doenças no Brasil, mas você consegue acabar com os criadouros do Aedes", disse.

O diretor executivo de Comunicação do Comitê Rio 2016, Mario Andrada, reafirmou o trabalho conjunto com os três níveis de governo, com o COI e com Organização Mundial da Saúde (OMS) e afirmou que não haverá empecilhos financeiros para que todas as ações de prevenção necessárias sejam realizadas.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Brasil 2016

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