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Centro Aquático de Deodoro é revitalizado para a Olimpíada

Rio 2016

A instalação, construída para os Jogos Pan-Americanos Rio 2007, recebeu investimentos de R$ 4,4 milhões
publicado: 10/03/2016 12h53 última modificação: 11/03/2016 11h25

O ministro do Esporte, George Hilton, e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, entregaram, nesta quinta-feira (10), o Centro Aquático de Deodoro, pronto para os Jogos Rio 2016. 

A estrutura integra o Parque Olímpico de Deodoro. Com as reformas, o Centro ganhou novo revestimento interno na piscina, assim como o revestimento de toda a área externa. Os blocos de partida foram trocados por modelos novos e foram readequadas as instalações hidrossanitárias, de incêndio, elétricas e de gás. Toda a estrutura física foi reforçada para acomodar a arquibancada temporária que será erguida para os Jogos.

Já nesta semana, a instalação receberá o evento-teste da modalidade, com a realização da segunda etapa da Copa do Mundo de Pentatlo Moderno. O objetivo é avaliar as áreas de competição, o sistema de resultados, segurança, voluntariado e outras áreas operacionais.

Além do Centro Aquático, que será utilizada para as provas de natação, a Arena da Juventude receberá as provas de esgrima e o Estádio de Deodoro sediará as provas de hipismo e combinado. Ao todo, 178 atletas de 37 países participarão da competição.

A equipe brasileira contará com 16 atletas, sendo nove homens e sete mulheres. Desse total, 11 contam com apoio do governo federal por meio do Bolsa Atleta, o maior programa de patrocínio esportivo individual e direto do mundo. São eles: Priscila Oliveira, Isabela Abreu, Larissa Lellys, William Muinhos, Danilo Fagundes, Victor Aguiar, Felipe Nascimento, Gabriel Sasaqui, Breno Lima, Stephany Saraiva e Yane Marques. O investimento nesses atletas soma R$ 240,3 mil ao ano.

Yane Marques, única atleta da categoria Pódio da modalidade no programa. Campeã no Pan de Toronto 2015, bronze no Mundial de Berlim 2015 e bronze em Londres 2012, Yane é a única brasileira já confirmada para os Jogos Olímpicos. A vaga masculina do Brasil ainda será decidida após o ranqueamento final da modalidade. O brasileiro melhor ranqueado representará o País.

Legado do Pan

Construído pelos ministérios do Esporte e da Defesa para os Jogos Pan-Americanos Rio 2007, o Centro Aquático de Deodoro passou a ser a sede de treinamentos e de competições nacionais e internacionais da modalidade. A partir de 2009, a Confederação Brasileira de Pentatlo Moderno (CBPM) passou a desenvolver o PentaJovem, projeto de descoberta de novos talentos, com apoio do Ministério do Esporte. O projeto é atualmente executado também no Recife (PE) e em São Paulo (SP). Os atletas Felipe e William foram revelados pela iniciativa.

Nos Jogos Rio 2016, o Centro será palco das provas de natação do pentatlo moderno. Após a competição, a estrutura continuará a ser utilizada pela CBPM para identificação de talentos e treinamento de atletas, em parceria com o Centro de Capacitação Física do Exército e o próprio Ministério do Esporte.

Parque Olímpico de Deodoro

O Ministério do Esporte está investindo R$ 825,4 milhões no Parque Olímpico de Deodoro para adaptações das instalações já existentes, legadas dos Jogos Pan-Americanos de 2007, como o Centro Nacional de Tiro Esportivo, o Centro Aquático, o Centro de Hóquei sobre Grama e o Centro Nacional de Hipismo, e construção de novos locais esportivos, como a Arena da Juventude, o Estádio de Deodoro (instalação temporária), o Estádio de Canoagem Slalom, o Centro Olímpico de BMX e o Parque Olímpico de Mountain Bike.

Durante os Jogos Rio 2016, Deodoro receberá, ao todo, 11 modalidades olímpicas (hóquei sobre a grama, hipismo salto, hipismo adestramento, hipismo CCE, canoagem slalom, ciclismo mountain bike, ciclismo BMX, tiro esportivo, pentatlo moderno, rúgbi sevens e basquete feminino) e quatro paralímpicas (tiro esportivo, hipismo, esgrima em cadeira de rodas e futebol de 7).

Rede Nacional de Treinamento

Criada pela Lei Federal 12.395 de março de 2011, a Rede Nacional de Treinamento é um dos principais projetos de legado dos Jogos de 2016 para a infraestrutura do esporte brasileiro, interligando instalações esportivas existentes ou em construção espalhadas por todo o País. A estruturação da Rede está em andamento e abarca instalações de diversos padrões e modalidades, inclusive complexos multiesportivos, oferecendo espaço para detecção de talentos, formação e treinamento de atletas e equipes, com foco em modalidades olímpicas e paraolímpicas.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Esporte

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