Governo
Defesa do consumidor divulga metas de redução de reclamações
Empresas nos setores de telecomunicações, serviços financeiros, supermercados e varejo se comprometeram com o governo a diminuir o número de reclamações de consumidores dentro do prazo de um ano. As metas foram divulgadas nesta segunda-feira (26) pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça (MJ).
No setor de telecomunicações, a empresa Claro se comprometeu a reduzir em 15% o número de atendimentos levados aos Procons no ano de 2010. Já a Tim se compromete com a redução de 25%. A Vivo estabeleceu como meta uma redução de 20% no número de atendimentos feitos nos Procons.
No setor de serviços financeiros, o Banco do Brasil e o Bradesco estabeleceram a meta de 10% de redução para 2010. Já a Caixa e HSBC prometeram reduzir em 5% os atendimentos. Citibank e Santander definiram a meta de 15%. Para o banco Itaú a meta é reduzir em 13,8% os problemas.
As representantes do setor de supermercados e varejo também apresentaram metas de redução nas reclamações para 2010. O Carrefour Comércio se comprometeu a uma meta de 15% de redução. Já o Carrefour Financeiro e o Walmart têm como meta 5% de redução. Pão de Açúcar e Ponto Frio se comprometem com a redução de 30%.
Cadastro de reclamações
O Cadastro Nacional de Reclamações Fundamentadas de 2009, divulgado em dezembro do ano passado, apontou que telecomunicações, assuntos financeiros, saúde e supermercados foram os setores que mais receberam reclamações de consumidores, no período de 1º de setembro de 2008 a 31 de agosto de 2009, nos Procons de 22 estados brasileiros e do Distrito Federal.
Este ano, o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) elaborou um relatório com o objetivo de detalhar os dados do Cadastro Nacional de Reclamações Fundamentadas 2009. Foram oficiadas as associações que representam as empresas dos segmentos bancário e supermercadista (Febraban, ABBC, ABECS, ABRAS) e a agência reguladora do setor de telecomunicações (Anatel), para que todos pudessem expor o seu posicionamento quanto aos problemas apresentados e propor soluções.
Fonte:
Ministério da Justiça
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