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Vale, BNDES e fundos de pensão criam Fundo de Reflorestamento para a Amazônia

por Portal Brasil publicado: 06/05/2010 11h05 última modificação: 28/07/2014 12h39

O Fundo de Reflorestamento para a Amazônia foi lançado, na última quarta-feira (5), no Rio de Janeiro. O projeto, um dos maiores do país, é uma iniciativa da mineradora Vale, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e dos fundos de pensão da Caixa Econômica Federal (Funcef) e Petrobras (Petros).

 

Com patrimônio inicial de R$ 605 milhões, os recursos serão destinados à empresa Vale Florestar S.A., cuja estruturação financeira vai ser gerida pela Global Equity Administradora de Recursos.

 

O fundo vai promover o reflorestamento amazônico para a preservação do meio ambiente e para a atividade industrial, gerando cerca de 4 mil empregos diretos e 3 mil indiretos. Até 2012, a ação pretende plantar 450 mil hectares de floresta, dos quais 150 mil serão destinados ao plantio de florestas industriais (120 mil apenas para eucaliptos) e o restante voltado para proteção e recuperação das florestas nativas.

 

Segundo o presidente da Vale, Roger Agnelli, países como China e Bahrein já se mostraram interessados em investir na iniciativa. Agnelli diz ainda que a ideia do fundo veio da necessidade de acelerar o processo de reflorestamento desenvolvido pela empresa na região amazônica desde 2007. “Este é um exemplo bem sucedido de projeto social com retorno econômico”, afirma.


nessa primeira fase, cerca de 40% dos investimentos virão da Vale e o restante será repartido entre os demais sócios para a expansão dos negócios. Os primeiros retornos aos investidores devem aparecer em no mínimo sete anos. Para Agnelli, as oportunidades são enormes para o negócio de florestas industriais, graças ao déficit de madeira no mundo, que só tende a aumentar.

Para o presidente da Petros, Wagner Pinheiro, além da rentabilidade, o projeto prima pelo enorme potencial de retorno. “A expectativa é de um retorno de 10% real ao ano”, afirma.


O maior empecilho para que se dê início ao projeto é a falta de regularização fundiária de licença ambiental da maioria das fazendas da região, o que inviabiliza o arrendamento das terras para a realização do reflorestamento.

 

A área de atuação do projeto abrange os municípios de Dom Eliseu, Ulianópolis, Paragominas, Rondon do Pará, Abel Figueiredo e Bom Jesus do Tocantins, no Pará, todos localizados em zona de expansão de atividades produtivas e em território desmatado.

 

Fonte:
Agência Brasil

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