Governo
Brasília sedia fórum nacional de organismos de políticas para mulheres
Nos dias 24 e 25 de maio, Brasília sedia o Fórum Nacional de Organismos de Políticas para as Mulheres. Participam do evento mais de 300 representantes de secretarias e coordenadorias de mulheres de municípios e estados de todas as regiões do País. A ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), Iriny Lopes, proferiu a palestra de abertura, denominada “O Brasil que queremos e o papel dos governos na construção da igualdade”.
A ministra ressaltou a importância do papel exercido pelos movimentos sociais para construção da democracia e citou como desafio ampliar a criação de organismos de políticas para as mulheres em mais de cinco mil municípios, “já que hoje só existem cerca de 320 em todo País”. Para ela, outra questão fundamental é tirar as políticas já criadas do papel e partir para o patamar da execução. “Precisamos de uma melhor articulação e interlocução com os municípios para tornar concretas as ações que mudem para melhor a vida das brasileiras”, declarou.
De acordo com Iriny, é preciso abrir um diálogo amplo com todos os governos para que cada um assuma sua responsabilidade. “Temos que construir uma agenda positiva que beneficie as mulheres”, afirmou. A ministra disse que, no próximo dia 15 de junho, a SPM assinará um protocolo de intenções com a Frente Nacional de Prefeitos para fortalecer as políticas para mulheres. “Os municípios têm um papel extremamente importante na efetivação das políticas públicas para as mulheres, por que é lá na ponta que elas se concretizam”, disse.
Na manhã de terça-feira, a secretária-executiva da SPM, Rosana Ramos, explicou sobre a apresentação de projetos e sanou dúvidas das gestoras. Ela também falou sobre os dois editais abertos pela SPM: um na área de enfrentamento à violência contra a mulher e outro na de autonomia econômica. O prazo para se inscrever vai até 12 de junho.
À tarde, a secretária de Articulação Institucional e Ações Temáticas da SPM, Angélica Fernandes, apresentou os eixos de políticas públicas para as mulheres para o próximo período, dando enfoque para a autonomia das mulheres e erradicação da pobreza. “Estamos no momento propício para discutir a autonomia das mulheres e o cruel índice de desigualdade que separam homens e mulheres nesse País”, enfatizou.
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