Governo
Militares continuam fiscalização na fronteira para conter aftosa do Paraguai
O Ministério da Defesa atendeu o pedido do Ministério da Agricultura e decidiu que os militares continuam apoiando as atividades de fiscalização na fronteira do Paraguai com Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul por mais 30 dias. A missão é evitar a introdução do vírus da febre aftosa no Brasil.
O documento também incluiu o pedido de apoio de logística, inteligência, comando e controle do Ministério da Defesa – inclusive com equipamentos de videoconferência localizados nos quartéis em municípios de fronteira – para que o corpo técnico do Ministério da Agricultura, em Brasília, possa manter contato direto com as equipes de campo da região.
Todas as atividades de vigilância e prevenção que vêm sendo realizadas desde a notificação do foco da doença no Paraguai seguem em andamento, principalmente na divisa do país vizinho com Mato Grosso do Sul e Paraná. Entre elas estão a proibição da importação de animais suscetíveis e produtos que representem risco; intensificação da fiscalização de trânsito de animais, produtos e sub-produtos na fronteira; aumento da vigilância em propriedades identificadas como de maior risco e análise e investigação epidemiológica da movimentação animal recente.
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