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Na África, Dilma diz que governo é regido pela "presunção da inocência"

por Portal Brasil publicado: 17/10/2011 18h24 última modificação: 28/07/2014 13h25

Pouco depois de chegar à capital administrativa da África do Sul, Pretória, a presidenta Dilma Rousseff conversou com jornalistas sobre as recentes suspeitas de corrupção envolvendo o ministro dos Esportes, Orlando Silva. Dilma disse que o governo dela é regido sempre pela "presunção da inocência" e que está "acompanhando atentamente denúncias, esclarecimentos e investigações".

"O ministro, não só nós presumimos a inocência dele, como ele tem se manifestado com muita indignação quanto às acusações", disse a presidenta. "Nós, ao contrário de muita gente por ai, temos o princípio democrático e civilizatório, nós presumimos inocência".

Orlando Silva é acusado de participar de esquema de desvio de recursos do Programa Segundo Tempo, que destina dinheiro público para organizações não governamentais (ONGs) com o objetivo de incentivar jovens a praticar esportes. De acordo com reportagem publicada na edição desta semana pela revista Veja, o ministro é acusado por um policial de receber, na garagem do ministério, dinheiro desviado do programa. Orlando Silva nega todas as acusações e pediu à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal que investiguem as acusações.

Na entrevista, a presidenta ressaltou a disposição do ministro em dar explicações. "O ministro se dispôs a ir ao Congresso Nacional nesta terça-feira (18) para fazer todos os esclarecimentos que os senhores deputados e senadores quiserem ter", disse Dilma.

Dilma também disse que o governo tem tomado mais cuidado com repasse de dinheiro para ONGs. "O que nós detectamos é que, em geral, elas [as ONGs] são menos formais do que as prefeituras e do que os estados. Porque as prefeituras e os Estados são órgãos públicos e, portanto, têm toda uma regulamentação. São acompanhados pelos tribunais, você tem que prestar contas, você tem toda uma dinâmica", disse ela.

"A mesma coisa você teria de ter com as ONGs. Agora, eu sempre digo: não é possível fazer tábula rasa. Você tem ONGs e ONGs. Não estou culpando as ONGs, estou dizendo que nós tomamos essa medida no que se refere a conveniar com as ONGs porque tem uma fragilidade nos convênios".


Fonte:
Agência Brasil

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