Governo
Aprovada segunda etapa da Rede Cegonha em Minas Gerais
Foram destinados mais R$ 109,3 milhões para custeio das ações de assistência à gestante e ao bebê
O estado de Minas Gerais terá mais R$ 109,3 milhões para dar continuidade as ações da estratégia Rede Cegonha. A portaria nº 1.228, publicada no Diário Oficial da União, aprovou a segunda etapa do plano de ação da rede no estado, contemplando 26 municípios.
De imediato, serão repassados R$ 14,2 milhões para os serviços existentes. O restante do valor será pago conforme o andamento da Rede Cegonha no estado. “Este montante vai permitir que o estado qualifique e amplie a rede de assistência à mulher e ao bebê”, destaca a coordenadora da área técnica da Saúde da Mulher, do Ministério da Saúde, Esther Vilela.
O valor é destinado ao custeio de 24 Centros de Parto Normal; 18 Casas da Gestante, Bebê e Puérpera; criação de 145 leitos de Gestação de Alto Risco; 75 leitos de UTI Neonatal tipo II; 171 de leitos de UCI Neonatal e 79 leitos de UCI Canguru. Também serão qualificados 23 leitos de Gestação de Alto Risco; 24 leitos UTI Adulto tipo II, 67 leitos de UTI Neonatal tipo II e 33 leitos de UCI Neonatal.
A segunda etapa do plano de ação da Rede Cegonha no estado de Minas Gerais engloba as Macrorregiões de Saúde Norte, Nordeste, Leste, Jequitinhonha e Centro. O valor para a macrorregião Norte é de R$ 33,2 milhões; Nordeste R$ 14,7 milhões; Leste R$ 20 milhões; Jequitinhonha R$ 8,8 milhões e Centro R$ 32,4 milhões.
A primeira portaria liberando recursos para Minas Gerais foi publicada em dezembro do ano passado. O valor repassado foi de R$ 35,1 milhões para a primeira etapa do plano de ação. Lançada no ano passado, a estratégia Rede Cegonha fortalece um modelo de atenção que vai do reforço do planejamento familiar à confirmação da gravidez, passando pelo pré-natal, parto, pós-parto, até os dois primeiros anos de vida da criança.
As ações previstas na estratégia Rede Cegonha visam qualificar, até 2014, toda a rede de assistência, ampliando e melhorando as condições para que as gestantes possam dar à luz e cuidar de seus bebês de forma segura e humanizada. “Temos que construir um ambiente acolhedor para que a mulher se sinta mais segura nesse momento e, para isso, é necessário a qualificação do espaço físico e a mudança das práticas”, enfatiza Esther Vilela.
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Fonte:
Ministério da Saúde
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