Governo
2ª Jornada Internacional de Gestão Pública já tem data marcada
Encontro reuniu em três dias representantes de governos, da academia, da iniciativa privada e do terceiro setor para discutir melhorias no setor público
Mais de 2,1 mil pessoas e representantes de 25 estados brasileiros compareceram à 1ª Jornada Internacional de Gestão Pública, que começou na última segunda-feira (11) e terminou na quarta-feira (13), em Brasília (DF). O evento, promovido pelo Ministério do Planejamento, já está com data marcada para sua segunda edição: os dias 23 a 25 de abril de 2014.
A 1ª Jornada aliou o conhecimento de mestres da administração pública às experiências dos países com modelos de gestão idealizados para o atendimento ao cidadão. Além de apresentar cases de sucesso e falar de atuais desafios no Brasil e no mundo, apontou tendências que sinalizam para grandes mudanças no contexto do trabalho, nos próximos anos, especialmente no setor público. No total, foram mais de 15 horas de conferências, painéis temáticos e oficinas, com 26 palestrantes brasileiros e dez internacionais.
Os painéis com maior número de participantes, com cerca de 500 inscritos em cada auditório, foram Dilemas da Ação Estatal – A Busca da Eficiência, que teve como palestrantes Sabino Cassese, membro da Suprema Corte da Itália, Guy Peters, professor da Universidade de Pittsburgh (EUA), e o deputado federal, Rogério Carvalho, membro da Comissão Especial de Aprimoramento das Instituições Brasileiras e; e Desafios à Governança Centrada no Cidadão, que contou com Mark Evans, diretor na Escola de Governo da Austrália, Gerry Stoker, professor de Política e Governança da Universidade de Southampton, do Reino Unido, e a assessora especial do Centro Latino-americano de Administração para o Desenvolvimento (CLAD), Nuria Cunill.
Avaliação positiva
A secretária Ana de Brito destacou, no encerramento, que dado o grande número de comparecimentos e o entusiasmo do público com as práticas e reflexões apresentadas a 1ª Jornada Internacional de Gestão Pública atingiu os objetivos. Com base nessa percepção, Ana defendeu que as contribuições da jornada sejam de fato aplicadas aos processos e rotinas de trabalho e que possam frutificar em uma mobilização ainda maior pela construção de um Estado mais eficiente e inclusivo.
Fonte:
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
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