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Conferência irá debater em janeiro a crise na Síria

Conflitos

Objetivo do encontro é viabilizar a transição do poder no país e dar fim ao conflito que já vitimou mais de 100 mil pessoas
por Portal Brasil publicado: 26/11/2013 14h54 última modificação: 30/07/2014 00h17
Divulgação/EBC Conferência é o veículo para a transição pacífica que cumpre a aspiração legítima do povo sírio

Conferência é o veículo para a transição pacífica que cumpre a aspiração legítima do povo sírio

A Conferência Genebra 2, que vai tratar da crise na Síria, está confirmada para acontecer  no dia 22 de janeiro de 2014. A data foi marcada pelo secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon. De acordo com o comunicado divulgado pela organização, o encontro promovido pela ONU, Liga Árabe, pelos Estados Unidos e pela Rússia vai reunir pela primeira vez, desde a intensificação dos conflitos no início de 2011, o governo sírio e a oposição.

Ban Ki-moon expressou gratidão aos países envolvidos na promoção da conferência e ao enviado da ONU e da Liga Árabe para a Síria, Lakhdar Brahimi.

 "Nós iremos a Genebra em uma missão de paz. A conferência é o veículo para a transição pacífica que cumpre a aspiração legítima do povo sírio por paz e dignidade, que garante segurança e proteção a todas as comunidades da Síria.

O objetivo é a total implementação do Comunicado de Genebra, de 30 de junho de 2012, que inclui o estabelecimento, baseado em consentimento mútuo, de um órgão de transição de governo com plenos poderes executivos, inclusive sobre entidades militares e de segurança", informou o comunicado da ONU.

Segundo o documento, o secretário-geral pediu que os representantes sírios – tanto governo quanto oposição – compareçam à conferência com o entendimento de que o objetivo do encontro é viabilizar a transição do poder no país e dar fim ao conflito que já vitimou mais de 100 mil pessoas.

A ONU também citou o endosso do Conselho de Segurança ao Comunicado de Genebra de 2012, base da conferência, ao pedir o apoio da comunidade internacional à reunião. A organização e o conselho foram alvos de críticas sobre como lidaram com a questão síria. O papel do Conselho de Segurança, órgão máximo internacional sobre temas de paz e segurança, foi questionado por não ter sido a instância em que as soluções sobre a crise foram aventadas.

Fonte:
Agência Brasileira de Inteligência

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