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Governo

"Em 2014, padrão de vida vai ser ainda melhor", afirma Dilma

Conversa com a Presidenta

Em sua coluna, presidenta faz balanço e destaca Mais Médicos, que deve beneficiar 45 milhões de brasileiros até março
por Portal Brasil publicado: 31/12/2013 11h04 última modificação: 30/07/2014 00h04

Na última Conversa com a Presidenta de 2013, coluna semanal de Dilma Rousseff, a presidenta fez um balanço das principais ações do governo e cumprimentou todos os brasileiros e brasileiras neste final de ano.

Confira:

"Inicialmente, quero ressaltar que, graças ao esforço de todos, o País termina o ano melhor do que começou. Temos motivos também para esperar um 2014 ainda melhor que 2013. As dificuldades que enfrentamos, aqui dentro e lá fora, não foram capazes de interromper o ciclo positivo que tem garantido a melhoria da vida de todos, a cada ano. Somos um dos raros países do mundo em que o nível de vida da população não recuou em meio a uma das mais graves crises internacionais de todos os tempos. Por isso, sinto alegria de poder tranquilizar os brasileiros dizendo que em 2014 o seu padrão de vida vai ser ainda melhor. Sem risco de desemprego, em condições de abrir sua empresa ou ampliar o seu próprio negócio. Convido todos a refletirem sobre o que aconteceu de positivo nos últimos anos na vida do Brasil, na sua vida pessoal e na vida de sua família, e a projetarem isso de forma ampliada para os próximos anos. Esta é a melhor bússola para navegar neste novo Brasil.

Quero lembrar também que, em 2013, continuamos nossa luta vigorosa em defesa do emprego e da valorização do salário do trabalhador. Estamos com uma das menores taxas de desemprego do mundo e continuamos nossa luta constante contra a carestia. Após alguns problemas localizados neste ano, chegamos a um ponto de equilíbrio que garante a tranquilidade do planejamento das famílias e das empresas. Nisso, o governo teve uma ação firme, atuou nos gastos e garantiu o equilíbrio fiscal, atuou na redução de impostos e da conta de luz. Nesses dois últimos casos, enfrentou duras críticas daqueles que não se preocupam com o bolso da população. Neste ano, o Brasil apoiou como nunca o empreendedor individual, o pequeno e o médio empresários, diminuindo impostos, reduzindo a burocracia e facilitando o crédito. Viabilizamos a exploração do pré-sal, garantindo a destinação de seus fabulosos recursos para a educação e a saúde.

No caso da saúde, o Mais Médicos foi um dos destaques. Hoje, temos 6.658 novos médicos em 2.177 cidades beneficiando cerca de 23 milhões de pessoas. Em março, serão 13 mil médicos e mais de 45 milhões de brasileiros e brasileiras beneficiados. Na área da educação, redobramos os esforços para garantir mais vagas e mais qualidade em todos os níveis de ensino, aumentando o número de creches e escolas de tempo integral, de universidades e escolas técnicas, e consolidando programas como o Pronatec e o Ciência Sem Fronteiras. Continuamos nosso esforço para oferecer moradia para os mais pobres e para a classe média. E o Minha Casa, Minha Vida transformou-se no mais exitoso programa desse gênero no mundo. Reforçamos o programa Brasil Sem Miséria e estamos a um passo de acabar com a pobreza absoluta em todo o território nacional. Defendemos uma reforma política que amplie os canais de participação popular e dê maior legitimidade à representação política. Não abrimos mão, em nenhum momento, de levar o combate à corrupção em todos os níveis. E temos apoiado nossas populações tradicionais, em especial os grupos indígenas e os quilombolas. Tenho também um imenso orgulho do programa Viver Sem Limites, que leva oportunidades e cidadania para as pessoas com deficiência. Em suma, não deixamos em nenhum momento de lutar em favor de todos os brasileiros, em especial dos que mais precisam. Com um olhar muito especial para os jovens, para as mulheres e para os negros. O Brasil será do tamanho que quisermos. Se imaginarmos um País justo e grande e lutarmos por isso, assim o teremos.

O mesmo raciocínio se aplica à economia. Em toda economia sempre haverá algo por fazer, algo a corrigir. Por isso, temos que agir sempre de forma produtiva e positiva tentando buscar soluções e não ampliar os problemas. Se alguns setores, seja porque motivo for, instilarem desconfiança, especialmente desconfiança injustificada, a guerra psicológica poderá inibir investimentos e retardar iniciativas. O governo está atento e firme em seu compromisso de lutar contra a inflação e de manter o equilíbrio das contas públicas. Temos segurança para dizer que o Brasil tem passado, tem presente e tem muito futuro. Por isso, desejo um ano novo cheio de felicidade e prosperidade para vocês e de muito progresso e justiça social para o Brasil".

Fonte:

Portal Planalto

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