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Banco Mundial aborda a importância da gestão de risco

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No Ipea, instituição financeira internacional apresentou orientações que podem evitar choques econômicos
por Portal Brasil publicado: 13/03/2014 12h18 última modificação: 30/07/2014 02h53
SAE Para o ministro Marcelo Neri, o relatório possui características multidimensionais e poderá trazer importantes contribuições para o Brasil

Para o ministro Marcelo Neri, o relatório possui características multidimensionais e poderá trazer importantes contribuições para o Brasil

Uma visão geral sobre a gestão de riscos e oportunidades como instrumento para o desenvolvimento foi apresentada na quarta-feira (12), durante o lançamento do Relatório sobre o Desenvolvimento Mundial (WDR, na sigla em inglês) intitulado Risco e Oportunidade: Gestão do Risco para o Desenvolvimento, elaborado pelo Banco Mundial.

O evento, que aconteceu no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), contou com a participação do ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR) e presidente do Ipea, Marcelo Neri; do diretor do WDR, Norman Loayza, e da diretora do Banco Mundial para o Brasil, Deborah Wetzel.

O relatório, apresentado por Loayza, traz importantes considerações sobre o processo de gestão de riscos a partir da política do WDR 2014, em diferentes esferas: família, comunidade, setor empresarial, sistema financeiro, macroeconomia e comunidade internacional.

As orientações propostas pelo documento, explicou o diretor do WDR, podem salvar vidas, evitar choques econômicos e ajudar as pessoas a construir futuros melhores e mais seguros.

Os casos, de acordo com ele, vão desde desastres relacionados à crise financeira internacional até desastres naturais, como o que aconteceu em Bangladesh, onde a melhor preparação para a situação reduziu drasticamente a perda de vidas devido a ciclones.

“O relatório propõe que os indivíduos e as instituições deixem de ser combatentes de crises para se tornarem gestores proativos e sistemáticos de riscos”, disse Loayza.

Em resumo, o que se propõe é um trabalho mais intenso na prevenção de possíveis crises para evitar o desgaste maior de administrá-las depois de já instaladas.

Loayza afirmou ainda que a gestão dos riscos deve ocorrer de forma complementar e conjunta, o que envolve a participação do Estado, da sociedade civil, do setor privado e da comunidade internacional em geral.

Para o ministro Marcelo Neri, o relatório possui características multidimensionais e poderá trazer importantes contribuições para o Brasil.

“Esse é um relatório que envolve uma complexidade muito grande. Estamos falando de um documento multidimensional que dará uma contribuição muito significativa e nos fará pensar por uma dimensão que geralmente não enxergamos”, afirmou Neri.

Em sua apresentação, Neri citou três momentos em que o Brasil contornou crises e abriu novas possibilidades. O primeiro foi com o Plano Real, que, ao proporcionar a estabilização monetária, permitiu aos brasileiros prever melhor seus investimentos.

O segundo foi o que chamou de “Plano Real do Lula”, o momento em que o país conseguiu conciliar crescimento com distribuição de renda. O terceiro momento foi o Bolsa Família, que, amparado no critério de transferência de renda, permitiu que uma parcela significativa da população tivesse mais acesso a serviços públicos e a serviços de capacitação produtiva.

Fonte:
Secretaria de Assuntos Estratégicos 

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